Ministro Edson Fachin nega pedido de liberdade a ex-presidente da Petrobras preso na Lava Jato

Aldemir Bendine (Paraguaçu Paulista, 10 de dezembro de 1963) é um administrador brasileiro. Ele foi presidente das empresas estatais brasileiras Banco do Brasil e Petrobras. Foi considerado pela revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009, ficando na 32ª posição do ranking.Também foi considerado o 11º mais poderoso do Brasil pelo iG no ano de 2013 e Empreendedor do Ano nas Finanças pela Revista Isto É Dinheiro em dezembro de 2013. Em 27 de julho de 2017, foi preso na 42ª fase da Operação Lava Jato, suspeito de ter recebido propina da Odebrecht no Banco do Brasil e na Petrobras.
Aldemir Bendine foi preso no transcurso da Operação Cobra, 42ª fase do Caso Lava Jato.
Aldemir Bendine (Paraguaçu Paulista, 10 de dezembro de 1963) é um administrador brasileiro. Ele foi presidente das empresas estatais brasileiras Banco do Brasil e Petrobras. Foi considerado pela revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009, ficando na 32ª posição do ranking.Também foi considerado o 11º mais poderoso do Brasil pelo iG no ano de 2013 e Empreendedor do Ano nas Finanças pela Revista Isto É Dinheiro em dezembro de 2013. Em 27 de julho de 2017, foi preso na 42ª fase da Operação Lava Jato, suspeito de ter recebido propina da Odebrecht no Banco do Brasil e na Petrobras.
Aldemir Bendine foi preso no transcurso da Operação Cobra, 42ª fase do Caso Lava Jato.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin negou hoje (19/02/2018) pedido de liberdade feito pela defesa do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine. Na decisão, o ministro entendeu que não há ilegalidade na decisão de outro tribunal, que também proferiu a mesma decisão.

Bendine está preso preventivamente na Complexo Médico-Penal (CMP) de Pinhais, localizado na região metropolitana de Curitiba, desde julho do ano passado, quando foi preso a partir das investigações da Operação Lava Jato, por determinação do juiz federal Sérgio Moro.

Bendine presidiu o Banco do Brasil de abril de 2009 a fevereiro de 2015 e a Petrobras, até maio de 2016. Em delação feita pelo empresário Marcelo Odebrecht, ele foi citado como um dos beneficiários de pagamento de vantagens indevidas.

Em depoimento, Marcelo, que é um dos delatores das investigações da Lava Jato, disse ao juiz Moro que autorizou repasse de R$ 3 milhões a Bendine. Marcelo Odebrecht foi interrogado pelo magistrado na ação penal em que Bendine e ele são acusados do crime de corrupção.

Após o depoimento, a defesa de Bendine considerou o depoimento como ilação e disse que Marcelo reconheceu não ter recebido diretamente cobrança de vantagens.


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