Feira do Semiárido muda formato e vai ocupar espaço central no campus da UEFS

No período de 13 de março a 2 de abril de 2018, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) estará com inscrições abertas para apresentações de trabalho durante a 11ª Feira do Semiárido, que tem como eixo temático “Políticas públicas e desenvolvimento territorial: temos sede de quê?”. O evento será realizado no período de 23 a 25 de maio.

Nesta edição, a Feira do Semiárido assumirá um formato diferente das edições anteriores, especialmente no que diz respeito ao modo de organização e realização da programação acadêmica. Além da realização da Feira de Economia Popular e Solidária e Agricultura Familiar, voltada para os produtos e práticas do Semiárido, em 2018 a programação acadêmica será constituída de quatro eventos distintos, mas conjugados, em formato inédito se comparados com as suas edições anteriores.

O 2º. Seminário (RE)pensar Feira, o 2º. Congresso Internacional de Economia Popular e Solidária e Desenvolvimento Local: “como trabalhar e produzir na contramão do empreendedorismo?”, organizado pela Incubadora de Economia Popular e Solidária da Uefs; a 3ª. Semana de Agronomia (SEMAGRO), que tem como tema “O profissional Agrônomo: o desafio de saciar nossas expectativas e a sede do semiárido”, organizado pelo Diretório Acadêmico do Curso de Agronomia da UEFS; e o Encontro Interterritorial de Redes de Comercialização de Produtos do Semiárido.

A Feira do Semiárido se concretiza através da parceria com a sociedade civil, em especial as entidades e movimentos sociais que discutem os problemas do homem e da mulher do semiárido. A programação científica prevê espaços de diálogo, como conferência, rodas de conversa, relatos de experiências, apresentação de comunicações orais, pôsteres e pôsteres interativos; e oficinas temáticas. Além da programação científica lançamento de livros, atividades culturais e clubes de trocas. O evento estará concentrado na Alameda dos Oitis, campus universitário.

O público alvo são agricultores familiares; integrantes de Associações Comunitárias; Movimentos Sociais que discutem e estudam alternativas de convivência com o semiárido; Cooperativas, Associações e iniciativas da economia popular e solidária; incubadoras de iniciativas de economia popular e solidária; Organizações Não-Governamentais – ONGs; professores das Instituições de Ensino Superior da Bahia e da Educação Básica das Redes Pública e Privada; pesquisadores, extensionistas, técnicos, estudantes e gestores públicos interessados nos temas em discussão no evento.


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