Mídia corporativa usa Rússia para barrar debates sobre pobreza nos EUA, diz cineasta Michael Moore

Michael Francis Moore (Flint, 23 de abril de 1954) é um documentarista e escritor americano, conhecido pela sua postura crítica, sobretudo em relação à violência armada da sociedade americana, às grandes corporações, às desigualdades econômicas e sociais[1][2] e à hipocrisia dos políticos, tendo sido particularmente crítico a George W. Bush e à invasão do Iraque.
Michael Francis Moore (Flint, 23 de abril de 1954) é um documentarista e escritor americano, conhecido pela sua postura crítica, sobretudo em relação à violência armada da sociedade americana, às grandes corporações, às desigualdades econômicas e sociais[1][2] e à hipocrisia dos políticos, tendo sido particularmente crítico a George W. Bush e à invasão do Iraque.
Michael Francis Moore (Flint, 23 de abril de 1954) é um documentarista e escritor americano, conhecido pela sua postura crítica, sobretudo em relação à violência armada da sociedade americana, às grandes corporações, às desigualdades econômicas e sociais[1][2] e à hipocrisia dos políticos, tendo sido particularmente crítico a George W. Bush e à invasão do Iraque.
Michael Francis Moore (Flint, 23 de abril de 1954) é um documentarista e escritor americano, conhecido pela sua postura crítica, sobretudo em relação à violência armada da sociedade americana, às grandes corporações, às desigualdades econômicas e sociais[1][2] e à hipocrisia dos políticos, tendo sido particularmente crítico a George W. Bush e à invasão do Iraque.

O ativista liberal e documentarista norte-americano Michael Moore atacou a mídia corporativa por sua cobertura ininterrupta de suposta má-fé russa, a qual estaria impedindo a população de discutir altos índices de pobreza e desigualdade.

“Você liga a TV e é ‘Rússia, Rússia, Rússia!'”, disse Moore durante um evento público que contou com a presença dos senadores Bernie Sanders e Elizabeth Warren. “E não se esqueçam de Stormy Daniels!”, brincou Sanders, fazendo referência à atriz pornô que afirma ter tido um caso com Donald Trump antes do magnata concorrer à Presidência dos EUA.

O evento, assistido por cerca de 1,7 milhão de pessoas online, focou-se em confrontar e combater a desigualdade nos EUA. De acordo com Moore, a obsessão da mídia com a Rússia é uma distração usada para evitar o diálogo sobre questões como pobreza infantil e desigualdade de renda.

“Essas são chaves brilhantes para nos distrair […] Devemos saber sobre o ataque na Virgínia Ocidental. Que inspiração seria essa. Mas eles não mostram isso, Bernie, porque, o que aconteceria se eles o fizessem?”, questionou Moore.

Sanders respondeu: “Em um Estado tido como conservador, os professores se levantaram, lutaram e venceram”, pontuou o senador.

Reverter a crescente desigualdade dos EUA requer uma solução multifacetada, argumentaram os participantes do painel.

Sanders citou a crescente concentração de poder corporativo e sua influência maligna nos sistemas políticos e econômicos do país, enquanto Warren disse que os sindicatos revitalizantes ajudariam a reconstruir a classe média americana.

*Com informações da Sputnik Brasil.


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