Salvador: vereadora exige Justiça pela morte de Marielle Franco

Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco (PSOL), Rio de Janeiro, 27 de julho de 1979 — Rio de Janeiro, 14 de março de 2018).
A vereadora Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco, PSOL/RJ) foi assassinada no Rio de Janeiro.
A vereadora Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco, PSOL/RJ) foi assassinada no Rio de Janeiro.
A vereadora Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco, PSOL/RJ) foi assassinada no Rio de Janeiro.

Na noite dessa quarta-feira (14/03/2018), a vereadora Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco, PSOL/RJ) sofreu uma emboscada no centro do Rio de Janeiro e foi executada a tiros. Ela vinha denunciando abusos cometidos contra moradores das favelas fluminenses, após a intervenção militar, e tem histórico de luta contra as milícias e em defesa dos direitos humanos.

Para a vereadora Maria Aladilce de Souza (PCdoB/Salvador), o assassinato de Mariella Franco está relacionado ao grave momento político que o país vive. “Esse assassinato, de uma mulher negra, de esquerda, militante dos direitos humanos, e que se elegeu com mais de 45 mil votos, coloca o Brasil em alerta máxima. O que está acontecendo no nosso país é um aprofundamento do Golpe de 2016, que nos remete à escalada do autoritarismo e violência usados durante a ditadura militar”, afirmou a comunista.

De acordo com Aladilce de Souza, esse assassinato é representativo, pois atinge todo o segmento político da esquerda e da população mais pobre do Brasil. “Quando dizíamos que o Golpe não era contra a Dilma, mas contra o país, é porque sabíamos que as manobras políticas tinham como objetivo destruir todo o campo popular, toda luta feminista e anti-fascista. O Golpe, a destruição de direitos trabalhistas e de programas sociais, a prisão do Lula, as agressões aos militantes do movimento social, o discurso de ódio e os assassinatos de defensores dos direitos humanos se relacionam, fazem parte de ações de várias frentes que têm o claro objetivo de arrasar nossa democracia, intimidar e calar toda a esquerda brasileira. Mas não vão conseguir!”, concluiu Aladilce.


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