Ministério da Fazenda poderá rever projeção do PIB de 2018

Mansueto Facundo de Almeida Junior, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda do Governo Temer.
Mansueto Facundo de Almeida Junior, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda do Governo Temer.
Mansueto Facundo de Almeida Junior, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda do Governo Temer.
Mansueto Facundo de Almeida Junior, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda do Governo Temer.

O Ministério da Fazenda poderá rever para menos a previsão de crescimento do país neste ano, informou hoje (16/05/2018) o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto de Almeida. A previsão atual é de aumento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas produzidas pelo país).

A declaração foi feita a jornalistas após a divulgação, nesta manhã, do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que teve retração 0,13% de janeiro a março, comparado ao do último trimestre do ano passado.O IBC-Br foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. O indicador oficial é o PIB, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que será divulgado no próximo dia 30. Não é novidade para ninguém que, nos últimos meses, alguns indicadores de atividade estão vindo um pouco mais fracos do que se esperava”, disse Mansueto. “A Fazenda está revendo o modelo. Possivelmente, a gente vá ter algum resultado de qual o número da Fazenda, talvez na semana que vem, durante a revisão das metas bimestrais. Se houver um novo número”, ponderou.

O secretário do Tesouro ressaltou que o mercado também revisou a meta: a projeção passou de cerca de 3,5% a 4% para 2,5% a 3%. No último boletim Focus, a estimativa do mercado foi de 2,51%.

“Vamos levar em conta que saímos de dois anos muito difíceis, dois anos seguidos de queda de PIB. No Brasil, é algo anormal o que aconteceu em 2015 e 2016. A última vez que isso aconteceu foi no início da década de 30”, disse Mansueto.

Ele ressaltou que a arrecadação não está sendo afetada e cresce em ritmo mais acelerado que a produção do país. Com crescimento de 3,95%, a arrecadação teve o melhor resultado para março desde 2015. “O mês de abril ainda não tem número fechado, mas [a arrecadação] também foi boa, além das expectativas.”

*Com informações da Agência Brasil.


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