
Em comparação com março de 2017, as vendas no estado tiveram o primeiro resultado positivo do ano, voltando a crescer (1,0%) após duas quedas consecutivas. Ainda assim, foi um desempenho bem abaixo da média nacional (+6,5%) e melhor apenas que os de Amapá (0,2%) e Pernambuco (-0,4%);
No acumulado no 1º trimestre de 2018, as vendas na Bahia seguem no negativo (-0,6%), com o 4º pior desempenho entre os estados e bem abaixo da média do país (+3,8%). Ainda assim, o ritmo de queda desacelerou ao longo deste ano, apresentando o melhor resultado para um 1º trimestre desde 2014 (+9,5%);
Já nos 12 meses encerrados em março, o comércio varejista na Bahia teve seu segundo resultado positivo consecutivo (0,8%), depois de quedas seguidas desde maio de 2015;
Em março, vendas tiveram altas em 5 das 8 atividades do varejo restrito baiano. Destaques para Outros artigos de uso pessoal e doméstico (+15,5%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+10,4%) e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+0,5%), que voltaram a crescer depois de quase três anos de recuos consecutivos (34 meses);
Em queda desde setembro de 2017, vendas de Combustíveis e lubrificantes (-11,9%) são principal influência negativa do varejo baiano em março;
Vendas do varejo ampliado (que inclui automóveis e material de construção) tiveram um desempenho melhor que as do varejo restrito: cresceram 0,4% entre fevereiro e março e 2,9% frente a março de 2017.
Em março, as vendas do varejo na Bahia ficaram estáveis (0,0%) em relação ao mês anterior, na série livre de influências sazonais, após terem registrado três recuos consecutivos (-0,7% em fevereiro; -1,0% em janeiro; e -2,9% em dezembro/17).
Nessa comparação, o varejo nacional apresentou variação positiva (0,3%), com crescimento das vendas em 18 dos 27 estados. Os destaques, em termos de magnitude de taxa, foram para Espírito Santo (5,1%), Distrito Federal (4,4%) e Acre (4,1%). Por outro lado, Piauí (-3,9%), São Paulo (-3,6%) e Maranhão (-2,7%) apresentaram os maiores recuos nas vendas.
Na comparação com março/17, as vendas na Bahia tiveram o primeiro resultado positivo do ano, voltando a crescer (1,0%) após duas quedas consecutivas. Nessa comparação, o varejo nacional teve crescimento bem mais intenso (6,5%), e o resultado da Bahia foi o terceiro pior entre os 27 estados, acima apenas da variação positiva do Amapá (0,2%) e do recuo de Pernambuco (-0,4%).
No acumulado no primeiro trimestre do ano, as vendas na Bahia seguem no negativo (-0,6%), com o quarto pior desempenho dentre os estados e bem abaixo da média do país (+3,8%). Ainda assim, o varejo baiano mostrou desaceleração no ritmo de queda ao longo deste ano, apresentando o melhor resultado para um primeiro trimestre desde 2014 (+9,5%).
Já nos 12 meses encerrados em março, as vendas do comércio varejista na Bahia se mantêm em alta (0,8%), aumentando um pouco o ritmo de crescimento em relação aos 12 meses encerrados em fevereiro (+0,3%). Foi o segundo resultado positivo para o varejo baiano, que, nessa comparação, vinha em quedas sucessivas desde maio de 2015.
Nessa taxa anualizada, o varejo brasileiro apresenta avanço de 3,7% em março, com vendas crescendo em 22 dos 27 estados.
Em março, vendas aumentam em 5 das 8 atividades do varejo restrito baiano
Em março, na Bahia, 5 das 8 atividades do varejo restrito (que não considera as vendas de automóveis e material de construção) tiveram resultados positivos.
Os destaques foram para as vendas de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (+15,5%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+10,4%); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+0,5%) – que voltaram a crescer depois de quase três anos de quedas consecutivas (34 meses).
As vendas de produtos farmacêuticos e cosméticos (+10,4%) registraram, em março a sexta alta consecutiva na Bahia.
Já as de outros artigos de uso pessoal e doméstico (+15,5%) voltaram a acelerar e seguem crescendo desde maio de 2017 – exercendo, mês a mês, uma das principais influências positivas no varejo baiano. A atividade reflete as compras em lojas de departamento e parte expressiva do varejo eletrônico (grandes sites de vendas).
Também apresentaram resultados positivos em março as vendas de Tecidos, vestuário e calçados (3,0%), que voltaram a crescer depois de três recuos consecutivos; e de Livros, jornais, revistas e papelaria (9,1%), que se mantêm em alta há um ano, desde fevereiro de 2017.
Em queda desde setembro de 2017, vendas de combustíveis (-11,9%) são principal influência negativa do varejo baiano em março
Das três atividades do varejo restrito baiano com quedas nas vendas em março, frente ao mesmo mês de 2017, Combustíveis e lubrificantes (-11,9%) foi a que mais contribuiu negativamente para o desempenho do setor.
Os combustíveis tiveram seu sétimo recuo consecutivo nas vendas, que registram o pior desempenho do varejo baiano neste ano, com quedas acumuladas de 10,9% no primeiro trimestre de 2018 e de 5,1% nos 12 meses encerrados em março.
Em março, também recuaram, no estado, as vendas de Móveis e eletrodomésticos (-1,8%) – primeira queda após 12 meses de alta – e de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-0,4%).
Vendas do varejo ampliado baiano crescem 0,4% de fevereiro para março
Na Bahia, as vendas do comércio varejista ampliado tiveram um desempenho melhor que as do varejo restrito: cresceram 0,4% entre fevereiro e março e 2,9% frente a março de 2017. Em ambas as comparações, porém, o varejo ampliado baiano cresce menos que a média nacional (+1,1% e +7,8% respectivamente).
O varejo ampliado engloba, além do varejo restrito, as vendas das atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, para as quais não se consegue separar claramente o que é varejo do que é atacado.
Com os resultados de março, o varejo ampliado na Bahia acumula altas de 4,0% no primeiro trimestre de 2018 e de 3,3% nos 12 meses encerrados em março – ambas também abaixo da média nacional (6,6% e 6,2% respectivamente).
Em março, as vendas de Veículos, motos, partes e peças cresceram 10,5% no estado, enquanto as de Material de construção caíram 4,0%.
As vendas de veículos vêm crescendo na Bahia desde maio de 2017 e, apesar da desaceleração neste ano, acumulam alta de 17,9% no primeiro trimestre de 2018. Já as vendas de material de







