Feira de Santana: Projeto incentiva estudantes a desenvolver raciocínio lógico e linguagem de programação

Alunos do 5º ano da Escola Municipal Professora Lídice Antunes Barros, aprenderam a utilizar o Scratch, primeiro programa com a linguagem computacional no qual usaram os comandos básicos.
Alunos do 5º ano da Escola Municipal Professora Lídice Antunes Barros, aprenderam a utilizar o Scratch, primeiro programa com a linguagem computacional no qual usaram os comandos básicos.
Alunos do 5º ano da Escola Municipal Professora Lídice Antunes Barros, aprenderam a utilizar o Scratch, primeiro programa com a linguagem computacional no qual usaram os comandos básicos.
Alunos do 5º ano da Escola Municipal Professora Lídice Antunes Barros, aprenderam a utilizar o Scratch, primeiro programa com a linguagem computacional no qual usaram os comandos básicos.

Uma inciativa que pretende aproveitar a relação que os jovens têm com a tecnologia para estimular o desenvolvimento do raciocínio lógico e do pensamento crítico. “Introdução ao Ensino de Lógica e Programação” é o título do projeto piloto, que está inserindo inicialmente estudantes do 5º ao 9º ano nas escolas do Município de Feira de Santana. Nas aulas, os alunos aprendem a linguagem de programação através jogos e programas.

O objetivo do projeto piloto é utilizar os ensinamentos das áreas de computação, lógica e ciências da computação para transformá-los em habilidades e competências necessárias para a resolução de problemas ou até mesmo a criação de aplicativos.

No último encontro nesta quinta-feira, 19, os alunos do 5º ano da Escola Municipal Professora Lídice Antunes Barros, do bairro Santo Antônio dos Prazeres, aprenderam a utilizar o Scratch, primeiro programa com a linguagem computacional no qual usaram os comandos básicos.

Habilidades exigidas pelo mercado de trabalho

Segundo Lucas Thomas, formador técnico do NUTEC e responsável pela oficina, esta atividade é importante para a vida extraescolar dos estudantes, já que desenvolve habilidades exigidas pelo mercado de trabalho, geralmente escassa. “As tecnologias estão sempre avançando. Todo projeto pode precisar de um aplicativo de celular, por exemplo, e é importante que os alunos estejam alinhados com esta linguagem por ser uma demanda do mercado”, destaca.

A professora Paula Emille Machado conta que a nova atividade conseguiu inclusive aumentar a frequência dos alunos às oficinas, gerando maior interesse. “Acredito que esta é uma iniciativa fundamental, pois os alunos já têm interesse em tecnologia”. Adriel Santana, de 11 anos, foi um dos alunos que participou. “Geralmente só uso o computador pra jogar e me divertir, mas acho importante dá atenção a esse tipo de atividades também.”

Além da Lídice Antunes Barros, estudantes de três escolas municipais já receberam as oficinas: a Professora Josenita Nery Boaventura, do Bairro Aviário; Oyama Figueiredo, do Sítio Novo; e Celso Ribeiro Daltro, do Bairro Queimadinha. A quinta e última escola a receber as oficinas do projeto será a Theódulo Bastos de Carvalho Junior, do Bairro Mangabeira. A oficina é oferecida pelo Núcleo de Tecnologias, da Secretaria Municipal de Educação.


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