Brasil é recordista latino-americano de reformas no ambiente de negócios, diz Banco Mundial

Brasil foi o país latino-americano recordista em melhorias do ambiente de negócios no último ano.
Brasil foi o país latino-americano recordista em melhorias do ambiente de negócios no último ano.
Brasil foi o país latino-americano recordista em melhorias do ambiente de negócios no último ano.
Brasil foi o país latino-americano recordista em melhorias do ambiente de negócios no último ano.

O Banco Mundial divulgou nesta quarta-feira o relatório Doing Business. O estudo indica que o Brasil foi o país latino-americano recordista em melhorias do ambiente de negócios no último ano. Ao todo, o país promoveu quatro reformas.

Como resultado, o Brasil subiu no ranking, passando da posição 125 em 2017 para a 109 em 2018. O Doing Business monitora um total de 190 economias em todo o mundo. No Brasil, são analisadas as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.Crédito Público

Pela primeira vez em sete anos, o Brasil realizou uma reforma para facilitar o acesso ao crédito. O país melhorou as informações do setor por meio do registro de crédito público e das agências de crédito privadas.

A introdução dos certificados eletrônicos de origem foi outra reforma feita pelo país no último ano. Ela ajudou a reduzir pela metade o tempo necessário para cumprir os requisitos documentais para importação. Isso fez o Brasil avançar no quesito comércio internacional.

O país também facilitou a abertura de negócios com o lançamento de um sistema online para registro de empresas, licenciamento e notificações de emprego. A implementação do sistema reduziu para 20 dias o tempo necessário para registrar um novo negócio, em comparação com os 82 necessários até o ano passado.

Avanços

O relatório lembra, no entanto, que abrir uma empresa no Brasil ainda requer 11 procedimentos, contra a média de oito no resto da América Latina.

O estudo ainda comemora os avanços brasileiros na área de acesso a eletricidade. Ele destaca o novo sistema eletrônico de São Paulo para enfrentar melhor as interrupções de energia e o planejamento da distribuição.

Nova Zelândia, Cingapura e Dinamarca mantiveram respectivamente o primeiro, segundo e terceiro lugar no ranking do Banco Mundial. Na América Latina e Caribe, o mais bem colocado foi o México, que ficou em 54º lugar.

Lusófonos

O país lusófono mais bem colocado no Doing Business foi Portugal, que ficou em 34º lugar, caindo cinco posições em relação a 2017. Cabo Verde caiu quatro posições, ficando na 131.

Moçambique fez reformas para melhorar o pagamento de impostos, o comércio internacional e o acesso a eletricidade. Subiu três posições no ranking, ficando na 135. São Tomé e Príncipe melhorou a execução de contratos, mas caiu uma posição, de 169 para 170.

Angola subiu duas posições em relação ao ano passado, ficando na 173. Guiné-Bissau vem logo abaixo, na posição 175.

Finalmente, o relatório traz estudos de caso sobre os programas de formação oferecidos aos servidores públicos e aos funcionários de cartórios. E conclui: se as agendas de reformas forem complementadas com programas de formação para esses profissionais, o impacto delas poderá ser ainda mais significativo.

*Com informações da ONU News.


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