CBPM viabiliza implantação na Bahia da primeira mina de Nefelina Sienito da América do Sul; Empreendimento está sendo implantado no município de Itarantim

Sienito nefelínico (também nefelina sienito) é uma rocha plutônica de composição félsica que é constituída principalmente por feldspato alcalino, nefelina, clinopiroxênio (±), anfibólio (±) e biotita (±). É classificado com uma rocha alcalina típica conforme suas composições química e mineralógica (Sørensen, 1974). Esta rocha forma corpos intrusivos.
Sienito nefelínico (também nefelina sienito) é uma rocha plutônica de composição félsica que é constituída principalmente por feldspato alcalino, nefelina, clinopiroxênio (±), anfibólio (±) e biotita (±). É classificado com uma rocha alcalina típica conforme suas composições química e mineralógica (Sørensen, 1974). Esta rocha forma corpos intrusivos.
Sienito nefelínico (também nefelina sienito) é uma rocha plutônica de composição félsica que é constituída principalmente por feldspato alcalino, nefelina, clinopiroxênio (±), anfibólio (±) e biotita (±). É classificado com uma rocha alcalina típica conforme suas composições química e mineralógica (Sørensen, 1974). Esta rocha forma corpos intrusivos.
Sienito nefelínico (também nefelina sienito) é uma rocha plutônica de composição félsica que é constituída principalmente por feldspato alcalino, nefelina, clinopiroxênio (±), anfibólio (±) e biotita (±). É classificado com uma rocha alcalina típica conforme suas composições química e mineralógica (Sørensen, 1974). Esta rocha forma corpos intrusivos.

Resultado dos trabalhos de pesquisa e prospecção realizados pela Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), empresa ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), entrará em operação na Bahia, ainda em 2018, a primeira mina de Nefelina Sienito da América do Sul. O empreendimento está sendo implantado no município de Itarantim, interior da Bahia, local onde foi descoberta a jazida de Nefelina Sienito, que possui reservas superiores a 50 milhões de toneladas. A Nefelina é matéria prima essencial para as indústrias de vidro e cerâmica, sendo que toda essa matéria prima utilizada atualmente no Brasil é vinda de outros países.

Segundo o Diretor Técnico da CBPM, Rafael Avena Neto, “a implantação de mais este empreendimento comprova a excelência da política de atração de investimento realizada pela CBPM nos últimos doze anos, e a vocação da Bahia no segmento mineral”. Com o início de operação da mina o Brasil passará de mero consumidor de Nefelina a exportador deste insumo.

“Esta conquista, resultado da dedicação e expertise de nossos técnicos, soma-se a outras de igual relevância para a economia de nosso estado, como por exemplo, a mina de vanádio instalada em Maracás, única da América do Sul, e com maior teor deste mineral no mundo”, declarou o presidente da CBPM, Alexandre Brust, durante assinatura do contrato de arrendamento da área, realizada na última quinta-feira (08) com a B4F Mineração Ltda., empresa genuinamente baiana que fará a exploração da jazida em Itarantim.

Com investimentos superiores a R$ 20 milhões, a mina tem capacidade inicial instalada para produção de 50 mil toneladas de Nefelina Sienito por ano, com previsão de chegar a 120 mil até o final de 2019. De acordo com o presidente do grupo B4F Mineração, Fernando Cabral, “o empreendimento atenderá a 90% do mercado cerâmico de Nefelina do Brasil, além de fornecer matéria prima para indústrias dos Estados Unidos, México e Espanha”. Antes mesmo do início da operação, o empreendimento já emprega 60 pessoas, em sua maioria moradores de Itarantim e região. Ainda de acordo com o presidente da B4F, em 2019 serão gerados mais de 100 empregos diretos e 300 indiretos.

Os trabalhos de pesquisa e investigação geológica, realizados pela CBPM, que resultaram na descoberta da jazida de Nefelina Sienito, consistiram de várias etapas, a exemplo do mapeamento geológico, da coleta e análise de amostras, obtidas a partir de sondagens rotativas e posterior estudo de caracterização tecnológica, além dos estudos de viabilidade tecnológica e econômica da jazida, o que permitiu o planejamento e posterior implantação do projeto minero industrial de acordo com as especificações exigidas pelas indústrias que farão uso desta matéria prima nas etapas de lavra e beneficiamento.

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