Trabalhos desenvolvidos no Hospital Geral Clériston Andrade foram apresentados no XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva; Evento ocorreu em São Paulo

Profissionais que atuam no Hospital Geral Clériston Andrade apresentaram trabalhos durante o XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva.
Profissionais que atuam no Hospital Geral Clériston Andrade apresentaram trabalhos durante o XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva.

Nove trabalhos de pesquisa desenvolvidos por acadêmicos da UEFS, Universidade Estadual de Feira de Santana, na UTI do HGCA,Hospital Geral Clériston Andrade, através da LAMIN, Liga Acadêmica de Medicina Intensiva, foram apresentados durante o XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva. O evento foi realizado entre os dias 29 de Novembro de 2018 e 1 de dezembro de 2018, na Transamérica Expo Center, em São Paulo.

O Congresso que é organizado pela AMIB, Associação de Medicina Intensiva Brasileira, reuniu durante três dias grandes nomes nacionais e internacionais da medicina, os quais apresentaram as evoluções da área em mais de 50 palestras. Os estudantes da LAMIN foram supervisionamos pela professora doutora da UEFS Ana Cristina Amorim.

Para o Dr. Lucio Couto, coordenador da UTI/HGCA e orientador das pesquisas, trata-se do maior evento de terapia intensiva da América-latina. “Os estudantes apresentaram de forma exemplar as experiências e pesquisas desenvolvidas nas UTIs do Hospital Clériston Andrade no que se refere ao perfil clínico e epidemiológico dos pacientes. Isso ajuda a instituição, uma vez que através destes dados, tanto a coordenação da UTI quanto a gestão do hospital, direcionam as ações integradas para os problemas e desta forma se faz possível criar novas estratégias para a redução de mortalidade, tempo de internação, qualificação da assistência, dentre outras”, afirmou Dr. Lucio.

Entre as pautas debatidas no congresso, foram discutidas tendências como a Inteligência Artificial na Medicina e a humanização da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Vencer batalhas que pareciam perdidas é de rotina aos médicos intensivistas, e nessa área, na qual as decisões devem ser precisas, toda informação segura é de grande ajuda, tornando essencial a realização do evento”, concluiu o médico.


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