Feira de Santana: Quixabeira da Matinha levou a multidão ao transe musical, no encerramento das comemorações do aniversário do distrito

O grupo Quixabeira da Matinha foi uma das atrações da segunda e última noite de festa em comemoração ao 11º aniversário de emancipação administrativa do distrito.
O grupo Quixabeira da Matinha foi uma das atrações da segunda e última noite de festa em comemoração ao 11º aniversário de emancipação administrativa do distrito.
O grupo Quixabeira da Matinha foi uma das atrações da segunda e última noite de festa em comemoração ao 11º aniversário de emancipação administrativa do distrito.
O grupo Quixabeira da Matinha foi uma das atrações da segunda e última noite de festa em comemoração ao 11º aniversário de emancipação administrativa do distrito.

O repique do cavaco leva sambadores e sambadeiras ao transe musical coletivo. E o som da Quixabeira da Matinha, na noite de domingo (27/01/2019), não deixou a multidão que lotou a praça São Braz ficar parada. Simplesmente, resumidamente, quem esteve lá não conseguia.

O grupo foi uma das atrações da segunda e última noite de festa em comemoração ao 11º aniversário de emancipação administrativa do Distrito da Matinha, em Feira de Santana no final de semana. E o show foi dos mais especiais: o grupo criado por Coleirinho da Bahia, completou 30 anos.

A rotação do som produzido pela Quixabeira da Matinha é um pouco maior do que as tradicionais – dos tempos do LP – 33 RPM. A música dos atabaques, tambores, violões e cavaquinho entra por um ouvido e não sai pelo outro. Chacoalha o cérebro.

Na Matinha, terra feirense do samba de roda, o ritmo baiano por excelência ecoou pelos quatro cantos do distrito. O cantor Buda e familiares de Coleirinho manteem viva uma das mais ricas tradições da cultura musical da zona rural.

E não foram poucos os desafios na roda de samba, quando dois sambadores se encaram na disputa para que quem está ao redor veja que tem maior ginga. Buda desceu para o chão da praça e participou de um desses desafios, que não teve vencedor nem vencido. Só alegria.

Antes, ainda de sol alto, o regionalismo do cantor e compositor Rá Nascimento tomou conta da festa. Apresentou várias composições com foco no Recôncavo, outras no litoral e parte do repertório, como não deveria ser, muito samba de roda. Uma homenagem à Matinha.

A banda Vaqueirama levou o forró estilizado para o distrito. E a galera, já eletrizada pelo som da Quixabeira, arrastou o pé ao som do grupo que vem desbravando os sertões com sua música focada nos vaqueiros, a quem presta homenagens.

Para fechar as comemorações, Os Clones, com sua sofrência, levou os casais a dançar agarradinho. Nada melhor do que o romantismo depois do samba de roda, o regionalismo e o forró. A festa terminou pouco mais de meia noite.


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