Salvador: Hip-hop ganha força na edição do Carnaval 2019 do Pelourinho

Arany Santana.
Arany Santana: nosso compromisso fomentar a Juventude e a Cultura Periférica, e o Estado deve atuar na promoção das ações de apoio e fortalecimento institucional da cultura hip-hop.
Arany Santana.
Arany Santana: nosso compromisso fomentar a Juventude e a Cultura Periférica, e o Estado deve atuar na promoção das ações de apoio e fortalecimento institucional da cultura hip-hop.

O hip-hop ganha maior presença no Carnaval do Pelô de 2019, fortalecendo o circuito para quem busca curtir estilos alternativos aos mais comuns da folia. Neste ano, cinco atrações representam o gênero na programação, representando a juventude das comunidades de Salvador e do interior do estado.

“É nosso compromisso fomentar a Juventude e a Cultura Periférica, e o Estado deve atuar na promoção das ações de apoio e fortalecimento institucional da cultura hip-hop. Para tanto, ampliamos a presença do hip-hop no Carnaval do Pelô, oferecendo um circuito alternativo para fãs do gênero durante a folia. Esta é uma ação que simboliza o reconhecimento e importância do seu valor artístico e cultural”, declara a secretária de cultura, Arany Santana.

Nascido e criado no Pernambués, bairro popular de Salvador, o rapper Negro Davi inova trazendo referências do samba de roda ao estilo. Também da capital soteropolitana, a banda Opanijé inova ao unir o que existe de mais tradicional na cultura afrobaiana, como o uso de instrumento percussivos, berimbaus e cânticos de candomblé, com samples, efeitos e batidas eletrônicas, traçando uma encruzilhada entre as experiências musicais da diáspora, utilizando o rap como base.

O hip-hop do Litoral Sul baiano vem representado pela banda O Quadro, de Ilhéus, que representado uma nova tendência do gênero, intitulada Nova Escola (new school), que busca dialogar com outros estilos e movimentos musicas. Já o som de Feira de Santana vai ecoar através da banda Roça Sound, que mistura ritmos eletrônicos e afrolatinos.

Estreando a categoria inédita no Carnaval do Pelô, dos novos talentos, a banda Zuhri se propõe a ir além do rap marcado por beats e rimas, inserindo um som mais orgânico e referências a outras sonoridades negras, especialmente, jazz e soul.

Carnaval da Cultura

É o carnaval dos blocos afro, de samba, de reggae e dos afoxés, apoiados por meio do Edital Ouro Negro para desfilar nos três principais circuitos da folia: Batatinha, Dodô e Osmar. É a folia animada, diversa e democrática do Carnaval do Pelô, que abraça o carnaval de rua, microtrios e nanotrios, além de promover nos palcos grandes encontros musicais e variados ritmos numa ampla programação. Tem Afro, Reggae, Arrocha, Axé, Antigos Carnavais, Samba, Hip-hop e Guitarra Baiana, além de Orquestras e Bailes Infantis. E é também a preservação do patrimônio cultural, com o apoio ao carnaval tradicional dos mascarados de Maragojipe. Promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (SecultBA), o Carnaval da Cultura é da Bahia. O Mundo se Une Aqui!


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