Feira de Santana Estudantes da Escola Regina Vital vencem Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente na categoria cientista mirim

25 alunos de ambas as turmas receberam o Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente 2018, na categoria cientista mirim.
25 alunos de ambas as turmas receberam o Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente 2018, na categoria cientista mirim.
25 alunos de ambas as turmas receberam o Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente 2018, na categoria cientista mirim.
25 alunos de ambas as turmas receberam o Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente 2018, na categoria cientista mirim.

Uma ideia extensa e que englobou também a comunidade do Bairro Campo Limpo. Assim nasceu o “Meio Ambiente e Ciência: reduzir, reutilizar e reciclar – os 3 Rs no meu dia a dia”, projeto desenvolvido por estudantes do 4º e 5º anos da Escola Municipal Regina Vital no ano passado. Nessa terça-feira (16/04/2019), 25 alunos de ambas as turmas receberam o Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente (PAMMA) 2018, na categoria cientista mirim.

O objetivo do PAMMA é promover a conscientização ambiental e contribuir para que as novas gerações atinjam sua maturidade melhor preparadas para preservar e valorizar o meio ambiente. O programa é desenvolvido com a participação das escolas, que recebem material educativo para ser trabalhado em sala de aula. Iniciativas voltadas a conscientização e preservação do meio ambiente contam com o apoio e incentivo do Governo do prefeito Colbert Martins Filho.

A escola se transformou em um ponto de referência para o descarte consciente de lixo eletrônico no bairro. Foi a partir destes objetos levados à escola que os alunos construíram muita coisa. Após participarem de uma oficina de robótica do Ecoba – instituição que faz o recolhimento deste tipo de lixo –, os estudantes criaram porta-retratos, porta-canetas e até carrinhos.

Eles fizeram uma pesquisa na comunidade para investigar a disposição das pessoas para com o descarte consciente desse tipo de lixo. Várias outras atividades permearam o andamento do projeto durante os cinco meses que precederam sua culminância, em setembro do ano passado, com a realização de uma feira de ciências.

O projeto foi tão bem aceito pela comunidade que a escola continua sendo ponto de descarte consciente até hoje, e não somente de lixo eletrônico. A ideia de reaproveitamento do lixo passou a integrar a política pedagógica. Alunos e moradores da comunidade descartam também na unidade de ensino óleo de fritura; já os restos alimentares são reaproveitados em sua horta.

“Queremos fazer com que nossos alunos já enxerguem sua parcela de responsabilidade nesse assunto. A escola tem esse foco ambiental de que cada ação individual reflete no conceito de coletividade”, defende a diretora da unidade de ensino, Indaiara Sant’anna.


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