Piloto chega a 264km por hora, melhor tempo do Bornout realizado em Feira de Santana

As disputas acontecem em quatro categorias: aspirado, turbo 4, 6 e 8. A organização estuda a possibilidade de que outros eventos semelhantes sejam realizados em Feira de Santana no segundo semestre.
As disputas acontecem em quatro categorias: aspirado, turbo 4, 6 e 8. A organização estuda a possibilidade de que outros eventos semelhantes sejam realizados em Feira de Santana no segundo semestre.

Um Lancer Mitsubishi 7, pilotado pelo soteropolitano José ‘Bell’ Eduardo, com 264Km/h, registrou a maior velocidade do Burnout realizado neste domingo, na pista do Aeroporto João Durval Carneiro. Ficou com o Trofeu The Fast (O Rápido – com toda razão). Voou nos 800 metros de pista – ou ½ milha terrestre.

As disputas acontecem em quatro categorias: aspirado, turbo 4, 6 e 8. A organização estuda a possibilidade de que outros eventos semelhantes sejam realizados em Feira de Santana no segundo semestre. A maior velocidade já atingida foi em janeiro, em Feira, com 283 hm/h.

É alto tudo que é relacionado aos motores onde o acelerador é quem comanda centenas de cavalos altamente ariscos sob os capôs: giro alto, alto desempenho, alta velocidade, o ronco é dos mais altos. E adrenalina alta de quem está ao volante destes supercarros. Quem os vê na pista também tem o nível deste hormônio aumentada.

Cerca de 40 destes automóveis cujas raias dos pneus agem como digitais de qualidade – mercedes, audis, porches, nissans, audis, mustangs, participaram do Burnout (numa tradução livre é aquele momento no qual o piloto acelera fundo para que os pneus produzam fumaça), neste domingo, 19, no Aeroporto João Durval Carneiro.

O evento, que atraiu motoristas de várias cidades e de Sergipe e Goiás, aconteceu pela primeira vez aberto ao público na cidade. Em janeiro, disse Breno Gravatá, um dos organizadores, foi realizada a primeira edição, mas sem a participação do público.

Emoção não faltou na pista. Fácil, fácil o conjunto – carro e piloto, alcançou 200 quilômetros por hora. “E a minha meta é aumentar ainda mais a velocidade”, afirmou confiante o campeão desta edição. “Na prova anterior atingi 240 quilômetros. Mas com foi com outro carro. Nas próximas vamos passar dos 270 por hora”.

A corrida não é competitiva, nem quilômetro de arranque, explica Breno Gravatá, mesmo que às vezes entrem em dupla na pista. “É uma corrida onde o piloto quer tirar o melhor do seu carro, tirar dele a maior velocidade possível, e não vencer quem está correndo ao seu lado”. Quem está acelerando a frente ou ao lado não incomoda.

Ter o desejo de acelerar fundo uma máquina potente não é o suficiente para entrar na pista. Tem que ser autorizado pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), não ter bebido álcool. “Todos sabem que estão correndo num local com aparato de segurança e todos devidamente segurados”.

Ao volante de um modelo audi TT, Cloves Andrade disse que a adrenalina corre solta nas veias quando está na pista. “É o local adequado para este tipo de corrida, porque é seguro e homologado pela Confederação Brasileira de Automobilismo”.


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