Em nota divulgada neste sábado (29/06/2019), a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT/MG) repudiou as ilegalidades cometidas pelo procurador da República Deltan Dallagnol, cuja atuação persecutória objetivava incriminar o senador do PT da Bahia Jaques Wagner, conforme revela reportagem do Jornal Folha de S.Paulo.
Confira a nota
O país descobre, hoje, mais um alvo da operação Lava Jato: o senador Jaques Wagner. Na Folha, são reproduzidos trechos inéditos do material do The Intercept, que revelam mais abusos e ilegalidades dos procuradores da República e de Sérgio Moro.
Queriam a todo custo incriminar o senador Jaques Wagner e submetê-lo a constrangimentos de operações de busca e apreensão.
Manifesto minha solidariedade ao senador diante da revelação de mais uma perseguição indevida que reforça nossa convicção de que a conduta de Sérgio Moro, Deltan Dellagnol e alguns procuradores da Lava Jato é razão suficiente para anular processos e condenações forjadas com a máquina de mentiras da Lava Jato.
O Judiciário não pode ser usado para perseguir adversários políticos, escolhidos como alvo fácil ao bel-prazer por agentes do Estado. A imparcialidade da Justiça é princípio básico do Estado Democrático de Direito o qual fundamenta que “todos somos iguais perante a lei”.
Quebrá-lo instaura o estado de exceção persecutório que atinge a todos os cidadãos.
Dilma Rousseff, ex-presidenta da República e vítima de golpe em 2016
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