São Paulo tem 267,6 mil casos de dengue nos seis primeiros meses de 2019; Dados são do Centro de Vigilância Epidemiológica

Governador de São Paulo, João Dória e Bruno Covas, prefeito de São Paulo. Estado é gerido pelo PSDB por cerca de três décadas.
Governador de São Paulo, João Dória e Bruno Covas, prefeito de São Paulo. Estado é gerido pelo PSDB por cerca de três décadas.
Governador de São Paulo, João Dória e Bruno Covas, prefeito de São Paulo. Estado é gerido pelo PSDB por cerca de três décadas.
Governador de São Paulo, João Dória e Bruno Covas, prefeito de São Paulo. Estado é gerido pelo PSDB por cerca de três décadas.

O estado de São Paulo registrou de janeiro a 17 de junho deste ano 267.602 casos de dengue e 157 mortes. Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas da doença e somam 126.364 casos.

São elas: São José do Rio Preto (25.107); Bauru (24.515); Campinas (22.355); Araraquara (12.863); São Paulo (12.144); Ribeirão Preto (7.263); Birigui (6.836); São Joaquim da Barra (5.410); Barretos (5.059) e Guarulhos (4.812).

“Devido à circulação do sorotipo 2 de dengue, mesmo os pacientes que já tiveram dengue tipo 1, por exemplo, estão suscetíveis a infecções, o que contribui para o aumento de casos e até mesmo para a ocorrência de quadros clínicos mais graves”, diz a nota da Secretaria Estadual de Saúde.

Acrescenta que a dengue é sazonal e sua incidência tende a aumentar no verão, período que favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

“Além disso, trata-se de uma doença cíclica, com oscilação de casos e aumento a cada três ou quatro anos, em média”, explica a secretaria.

Combate ao mosquito

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o trabalho de campo para combate ao mosquito transmissor da dengue é de responsabilidade dos municípios, conforme a diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O estado presta auxílio por meio de treinamentos técnicos, além de apoio, sempre que necessário, do efetivo da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) para ações de nebulização, entre outras. Há ainda a realização de exames de sorologia com finalidade epidemiológica por meio da rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz”, finalizou a secretaria.

*Com informações da Agência Brasil.


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