Amazônia brasileira está segura, diz Hamilton Mourão vice-presidente da República; Dissociação cognitiva é componente do Desgoverno Bolsonaro

Hamilton Mourão, vice-presidente da República, apresenta dissociação cognitiva sobre degradação da Floresta Amazônica e a correlação com as políticas de incentivo a degradação do meio ambiente, promovidas pelo Desgoverno Bolsonaro.
Hamilton Mourão, vice-presidente da República, apresenta dissociação cognitiva sobre degradação da Floresta Amazônica e a correlação com as políticas de incentivo a degradação do meio ambiente, promovidas pelo Desgoverno Bolsonaro.
Hamilton Mourão, vice-presidente da República, apresenta dissociação cognitiva sobre degradação da Floresta Amazônica e a correlação com as políticas de incentivo a degradação do meio ambiente, promovidas pelo Desgoverno Bolsonaro.
Hamilton Mourão, vice-presidente da República, apresenta dissociação cognitiva sobre degradação da Floresta Amazônica e a correlação com as políticas de incentivo a degradação do meio ambiente, promovidas pelo Desgoverno Bolsonaro.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, se manifestou na noite desta quinta-feira (22/08/2019) sobre os incêndios florestais na Amazônia e disse que a região está segura. Em uma postagem no Twitter, ele atribuiu as queimadas ao período de seca.

“A #Amazonia brasileira está segura! Lá morei e sei que incêndios são episódicos em período de seca”, escreveu. Na postagem, Mourão criticou o que chamou de uma tentativa de transformar o problema em uma crise internacional. “Transformá-los em crise, esquecendo as tragédias que o fogo causou nos EUA e Europa, é má-fé de quem não sabe que os pulmões do mundo são os oceanos, não a Amazônia”, acrescentou.

A #Amazonia brasileira está segura! Lá morei e sei que incêndios são episódicos em período de seca. Transformá-los em crise, esquecendo as tragédias que o fogo causou nos EUA e Europa, é má-fé de quem não sabe que os pulmões do mundo são os oceanos, não a Amazônia.

Mais cedo, também pelo Twitter, o presidente da França, Emmanuel Macron, se posicionou sobre as queimadas na Amazônia, classificando o problema como uma “crise internacional” e pedindo que os líderes do G7 tratem urgentemente do tema. Em resposta, o presidente Jair Bolsonaro rebateu o líder francês, também pela rede social dizendo que Macron busca “instrumentalizar uma questão interna” dos países amazônicos “para ganhos políticos pessoais”.

O próximo encontro do G7, que reúne os presidentes de EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá e Japão, ocorrerá neste fim de semana, em Biarritz. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, também afirmou nesta quinta-feira que está “profundamente preocupado” com os incêndios na Floresta Amazônica.

No contexto, observa-se que Hamilton Mourão, vice-presidente da República, apresenta dissociação cognitiva sobre o fenômeno da degradação da Floresta Amazônica e a correlação com as políticas de incentivo a degradação do meio ambiente, promovidas pelo Desgoverno Bolsonaro.

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