“Deixei meu coração na Coreia do Norte e preciso voltar para buscar”, diz Lucas Rubio

Lucas Rubio visita a Coreia do Norte e se encanta com o país.
Lucas Rubio visita a Coreia do Norte e se encanta com o país.
Lucas Rubio visita a Coreia do Norte e se encanta com o país.
Lucas Rubio visita a Coreia do Norte e se encanta com o país.

Setembro de 2018, Pyongyang. Era dia de festa e coreanos comemoravam o 70º aniversário da República Popular Democrática da Coreia, popularmente conhecida como Coreia do Norte. O carioca Lucas Rubio, 20 anos, estudante de letras-russo, ocupava um lugar na arquibancada próximo a uma tribuna, de onde conseguia enxergar o Marechal Kim Jong-un. Quando o líder norte-coreano se aproximou para saudar o povo, Lucas aproveitou que se destacava na estatura e com aparência latino-americana para cumprimentar o político.

A oportunidade para visitar o país surgiu a partir do Centro de Estudos da Política Songun (CEPS-BR), o qual Lucas é fundador e ocupa o cargo de presidente, desde 2016. “Tudo que é muito estranho me atrai. O que todo mundo critica eu fico na dúvida se é muito ruim mesmo. Comecei a estudar e vi que não é nada do que dizem ser. É um país muito pequeno e com poucos recursos, mas que mesmo assim decidiu seguir seu próprio caminho”, afirmou.

Quando a Associação Norte-Coreana de Cientistas Políticos identificou o trabalho realizado no Brasil, de debates aprofundados sobre a realidade da Coreia do Norte, Lucas Rubio e o vice-presidente da CEPS-BR, Lenan Cunha, foram convidados a passar dez dias no país.

Para chegar à capital norte-coreana, foi necessário embarcar em um trem na cidade de Pequim, na China. Após 25 horas de viagem, os jovens adentraram a

Coreia do Norte pelo interior do país, onde, segundo Lucas, viram grandes plantações, vilarejos e montanhas. Até que chegaram à Pyongyang, descrita pelo jovem como uma “cidade monumental”.

“Como chegamos no final da tarde, estava bem movimentado com gente saindo do trabalho e da escola. É bem diferente de outras cidades grandes. É grande na estrutura, mas muito calma. Muitas pessoas, poucos carros e mais ônibus e metrôs com músicas tocando nos autofalantes”, descreveu o estudante.


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