Lideranças da oposição criticam política de privatizações do Governo Bolsonaro

Seminário da Comissão de Trabalho reuniu lideranças da oposição na Câmara dos Deputados. Evento marcou lançamento de Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional.
Seminário da Comissão de Trabalho reuniu lideranças da oposição na Câmara dos Deputados. Evento marcou lançamento de Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional.
Seminário da Comissão de Trabalho reuniu lideranças da oposição na Câmara dos Deputados. Evento marcou lançamento de Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional.
Seminário da Comissão de Trabalho reuniu lideranças da oposição na Câmara dos Deputados. Evento marcou lançamento de Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional.

Lideranças de oposição ao governo Jair Bolsonaro discursaram nesta quarta-feira (04/09/2019) contra a política de privatizações do governo federal e em favor da defesa da soberania nacional em seminário promovido pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público.

Para o deputado Rogério Correia (PT-MG), que propôs o debate, o seminário tomou uma dimensão maior ao unir vários atores políticos das oposições para defender a soberania brasileira e criticar o governo Jair Bolsonaro. “Precisamos unificar não só as oposições, mas toda a consciência democrática do País.” Segundo ele, o Brasil vive um momento crucial de defesa de sua soberania, seja pelo debate do cuidado com a floresta amazônica, seja com as propostas de privatização de estatais como a Eletrobras e os Correios.

A líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), afirmou que o Brasil precisa voltar a ter um projeto nacional de desenvolvimento com democracia. “Precisamos ter o mercado subjugado pelo Estado brasileiro. Precisamos garantir que o Estado tenha políticas universais”, disse.

A ex-presidente Dilma Rousseff participou do evento e falou que as três maiores ameaças imediatas à soberania nacional são a possibilidade de privatização das estatais, o descuido com a Amazônia e o programa Future-se, para aumentar os recursos privados nas universidades. “Essas três são fundamentais, essas três a gente tem de cuidar. Porque o Future-se é uma questão de soberania. Um povo que não tem educação é um povo submetido”, disse.

Setores estratégicos

Para o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, as ações do governo atacam a capacidade de o Estado brasileiro ter autonomia em setores estratégicos.

O evento também marcou o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, presidida pela senadora Zenaide Maia (Pros-RN).

*Com informações da Agência Câmara.


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