
Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana realizará, a exposição coletiva. ‘Contextos e narrativas abertas’, proposto pelo artista e curador Gaspar Medrado, a mostra tem a participação de 9 artistas, incluindo o curador: Adriel Rodrigues, Ananda Nunes, Caique Pinheiro, Dani Santana, Fátima Maltez Carvalho, Gilberto Junior, Luciano Dosanjos e Simone Rasslan. A exposição reúne trabalhos que se relacionam no sentido da experimentação, na qual aborda o título da exibição como um conceito para o fazer artístico. “Contextos e narrativas abertas” é uma exposição que apresenta um modo de pensar a arte contemporânea, como um campo de possibilidades, numa perspectiva em que a ação artística estabelece um elo entre o processo e a obra propriamente dita.
“Desse modo é, a técnica que define a poética do artista, entretanto, a arte contemporânea, de algum modo pouco esteve preocupada com a habilidade técnica do artista, mas sim, em estabelecer um discurso processual pautado na relação entre vida e arte, assim também acreditava Joseph Beuys e outros artistas. Dessa forma parece uma contradição e, de fato é, pois, o mundo contemporâneo é tão complexo, expandido e contraditório como a arte atual. Coisas que parecem, mas não são, e às vezes não são o que parecem ser.”, explica e ao mesmo tempo brinca o curador.
Texto de curadoria
Proposto pelo artista e curador Gaspar Medrado, a mostra tem a participação de 9 artistas, incluindo o curador. A exposição reúne trabalhos que se relacionam no sentido da experimentação, na qual aborda o título da exibição como um conceito para o fazer artístico. “Contextos e narrativas abertas” apresenta um discurso sobre o modo de pensar a arte contemporânea, como um campo de possibilidades, numa perspectiva em que a ação artística estabelece entre outras coisas, elos com o processo e a obra propriamente dita.
A arte contemporânea, de algum modo pouco esteve preocupada com a habilidade técnica do artista, mas sim, em estabelecer uma relação direta com processos de comunicabilidade, na qual envolve a vida, ou seja, na arte contemporânea não é o homem ou sua técnica que ocupa o centro do “universo” como no renascimento, mas, sim a vida Contudo é, a técnica que define a poética do artista, dessa forma parece uma contradição e, de fato é, pois o mundo contemporâneo é tão complexo, expandido e contraditório como a arte atual. Coisas que parecem mas não são é, e as vezes não são o que parecem ser.
Entre linhas e cores, fotografias ou instalações e outras coisa mais, tais proposições apontam para ações, conceitos, processos e pequenas histórias, que compõem o aberto ambiente artístico contemporâneo.
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