Feira de Santana: Histórias de assombração da Pedra do Judeu é atração turística do Distrito de Tiquaruçu

Com mais de seis metros de altura e coisa de 20 metros de circunferência, a pedra figura como personagem de muitas histórias ainda quando o distrito era chamado de São Vicente.
Com mais de seis metros de altura e coisa de 20 metros de circunferência, a pedra figura como personagem de muitas histórias ainda quando o distrito era chamado de São Vicente.
Com mais de seis metros de altura e coisa de 20 metros de circunferência, a pedra figura como personagem de muitas histórias ainda quando o distrito era chamado de São Vicente.
Com mais de seis metros de altura e coisa de 20 metros de circunferência, a pedra figura como personagem de muitas histórias ainda quando o distrito era chamado de São Vicente.

Do batente da porta da casa de dona Palmira Cerqueira Santos, no Distrito de Tiquaruçu, dá para avistar a Pedra do Judeu, sem ter muito que apurar a vista. Coisa de dois quilômetros de distância.

Dona Miúda, como é conhecida Palmira, disse conhecer a pedra há mais de 60 anos e fez uma constatação: “ela é oca e muito grande, mas está crescendo”.

O som produzido pela batida, mesmo que leve, dos nós dos dedos na pedrona mostram justamente o contrário. Nada produzem além de uma leve dor.

Com mais de seis metros de altura e coisa de 20 metros de circunferência, a pedra figura como personagem de muitas histórias ainda quando o distrito era chamado de São Vicente.

É uma das atrações de Tiquaruçu e visitada por turistas atraídos tanto pela beleza da pedra e como causos de assombração relacionadas a ela. Mas nada comprovado. Apenas no ouvi dizer.

Nem os mais idosos sabem explicar origem do nome

Nem mesmo os mais idosos, como seu João, comerciante que já passou dos 90, sabem explicar a origem do nome. “Desde que me entendo como gente a pedra é chamada assim”. E nada mais.

Contam que corpos enterrados no cemitério local e que não se decompunham era jogados próximos à pedra, com caixão e tudo, para que virassem pó sob sol e chuva.

Clamores das almas penadas

Outros afirmam que antigamente uma estrada passava bem próxima à pedra e as pessoas ouviam os clamores das almas penadas. Saíam em disparada e não mais passavam pelo local.

“Nem acredito nem desacredito”, desconversa o agricultor Antônio Cerqueira de Souza, que trabalha numa fazenda vizinha da Pedra do Judeu. “Dizem que viram assombração na estrada”.

De vez em quando, diz, leva algumas pessoas para ver a pedra, onde tiram fotografias. Chega-se ao local depois de percorrer cerca de 400 metros. “Com o tempo seco é melhor”, afirma.

Carlos André, filho de dona Miúda, disse que, com amigos, já escalou a pedra. “Dizem que era funda no topo, mas parece que foi enterrada pela ação do vento. “Não tive medo. O que vi lá foi uma vista bonita”.


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