
O Banco Central ponderou que o quadro de menor presença do Estado na economia pode ter implicações para a atuação da política monetária, conforme ata do Comitê de Política Monetária (Copom) publicada nesta terça-feira (05/11/2019).
“Alguns membros do Copom destacaram que as mudanças no mercado de crédito e na intermediação financeira, como o maior papel desempenhado pelo crédito com recursos livres e pelo mercado de capitais, podem impactar a transmissão da política monetária”, trouxe o documento.
De acordo com a ata, os membros do colegiado também refletiram sobre a sensibilidade de variáveis macroeconômicas à política monetária, uma vez que faltam comparativos na história brasileira para o atual grau de estímulo — na semana passada o BC cortou a Selic em 0,5 ponto percentual, à nova mínima de 5% ao ano, e indicou claramente que deverá repetir a dose em dezembro.
“Tendo em vista que a política monetária opera com defasagens sobre a economia, especialmente sobre o nível de preços, os fatores avaliados tendem a aumentar a incerteza sobre os canais de transmissão da política monetária”, disse o BC.
Em síntese, o Governo Bolsonaro reconhece que as medidas adotadas de estímulo à economia, no contexto da política neoliberal de extrema-direita, é ineficaz.
*Com informações de Marcela Ayres, da Agência Reuters.
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