
O presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir o secretário de Cultura, Roberto Alvim, após a polêmica referências ao nazismo em vídeo divulgado nas redes sociais, nesta quinta-feira (16/01/2020).
Segundo apuração do Jornal Estadão, auxiliares próximos de Jar Bolsonaro avaliaram que a situação de Alvim ficou “insustentável”. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, já foi comunicado da decisão.
MDB, PSDB e PSOL repudiam declarações e pedem demissão de secretário de Cultura do Governo Bolsonaro; Discurso nazista de Roberto Alvim provocou repúdio
MDB, PSDB e Psol divulgaram, há pouco, notas e publicações no Twitter repudiando as declarações do secretário de Cultura, Roberto Alvim, pela citação de uma frase similar à do ministro da propagandista do nazismo, Joseph Goebbels, em discurso nas redes sociais. Em entrevista ao Estadão/Broadcast, Alvim reconhece a “origem espúria” da frase e afirmou que as ideias contidas da frase são absolutamente perfeitas e eu assino embaixo”
“Repudiamos o infame ‘copia e cola’ da propaganda nazista produzido pelo secretário especial de Cultura, Roberto Alvim. Esperamos que o presidente da República tome as medidas cabíveis, em nome dos brasileiros de todas raças e credos que combateram o nazismo e fascismo nas fileiras das Forças Expedicionárias Brasileiras”, relatou Baleia Rossi, presidente nacional do MDB.
O PSDB indagou, em sua conta do Twitter, “como brasileiro, fruto de um dos povos mais miscigenados do mundo, pode pagar de nazista?”. E deu duas opções ao presidente Jair Bolsonaro: “1) demitir o secretário Alvim, ou 2) ficar com o rótulo de nazista”.
Já o Psol, também no Twitter, condenou as declarações do secretário. “Na Alemanha, Roberto Alvim estaria preso. Aqui, é secretário da cultura de Bolsonaro”, informou. Segundo a publicação, “usar retórica nazista e discurso de Goebbels pode parecer patético, mas na verdade é perigoso e violento”. Não normalizemos os absurdos dessa escória que hoje governa o Brasil.”.
*Com informações de Julia Lindner e Pedro Caramuru do Broadcast de Política do Estadão.
Confira vídeo
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