PF encontra mensagens com ameaças a ministros do STF; Conteúdo foi obtido por meio de monitoramento de rotina; Indícios apontam para extremistas de direita

Sessão plenária do STF ocorrida em 13 de fevereiro de 2020.
Sessão plenária do STF ocorrida em 13 de fevereiro de 2020. Inistros são ameaçados por extremistas de direita vinculados ao olvaismo e ao bolsonarismo, revela fonte. 
Sessão plenária do STF ocorrida em 13 de fevereiro de 2020.
Sessão plenária do STF ocorrida em 13 de fevereiro de 2020. Inistros são ameaçados por extremistas de direita vinculados ao olvaismo e ao bolsonarismo, revela fonte.

A Polícia Federal (PF) informou nesta segunda-feira (17/02/2020) que encontrou mensagens com ofensas e ameaças aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na internet. O conteúdo dos diálogos está mantido em sigilo e foi obtido por meio de monitoramento de rotina, realizado nas últimas semanas na Deepweb, sites com conteúdos ilegais e anônimos da internet.

Segundo a PF, as mensagens se tratam de ameaças genéricas e não indicam indícios do planejamento de qualquer tipo de atentado contra o STF. As investigações continuam para identificar as pessoas envolvidas no caso.

A PF também informou que as todas as informações obtidas foram enviadas ao ministro do Supremo Alexandre de Moraes, relator de um inquérito aberto pelo presidente da Corte, Dias Toffoli, no ano passado, para apurar ameaças aos ministros pela internet.

Em março de 2019, Toffoli determinou a abertura de um inquérito para apurar notícias falsas (fake news) que tenham a Corte como alvo.

A medida foi tomada “considerando a existência de notícias fraudulentas, conhecidas como fake news, denunciações caluniosas, ameaças e infrações revestidas de ânimos caluniantes, difamantes e injuriantes, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal (STF), de seus membros e familiares.”

Na ocasião, a medida foi contestada pela então procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Para a ex-procuradora, caberia ao Ministério Público realizar tais investigações e não ao Judiciário.

*Com informações da Agência Brasil.


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