Feira de Santana: Vereador repercute áudios atribuídos ao empresário Elias Tergilene

Roberto Tourinho: um governo que se preza, um secretário, um prefeito que se preza ao ouvir um áudio desta natureza deveria de imediato chamar este elemento e até mesmo tomar providências.
Roberto Tourinho: um governo que se preza, um secretário, um prefeito que se preza ao ouvir um áudio desta natureza deveria de imediato chamar este elemento e até mesmo tomar providências.
Roberto Tourinho: um governo que se preza, um secretário, um prefeito que se preza ao ouvir um áudio desta natureza deveria de imediato chamar este elemento e até mesmo tomar providências.
Roberto Tourinho: um governo que se preza, um secretário, um prefeito que se preza ao ouvir um áudio desta natureza deveria de imediato chamar este elemento e até mesmo tomar providências.

O vereador Roberto Tourinho (PV) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, na sessão ordinária desta quarta-feira (18/03/2020), para repercutir a nota “Vazamento de áudio revela que Elias Tergilene é um desordeiro institucional” publicada no site Voz de Feira.

De acordo com o parlamentar, os áudios demonstram o desrespeito do presidente do consórcio Feira Popular, responsável pela construção do Centro Comercial Popular – Shopping Popular, com a administração municipal, ao tratar das medidas tomadas com o objetivo de evitar a proliferação do Coronavírus – Covid 19.

Segundo Tourinho, utilizando palavras de baixo calão Elias Tergilene afirma que vai inaugurar o empreendimento até o final do mês “com corona ou sem Coronavírus vou escancarar as portas”.

“Ele afronta o Poder Público e coloca de joelhos as autoridades do Município. Um governo que se preza, um secretário, um prefeito que se preza ao ouvir um áudio desta natureza deveria de imediato chamar este elemento e até mesmo tomar providências”, alegou o edil. E acrescentou “Olha a gravidade deste áudio, ele diz que comprou, ou seja, o Shopping Popular que se acreditava ser do Poder Público em parceria com a iniciativa privada, ele diz que comprou”.

“É sabido por todos que não irei disputar a reeleição. E se for da vontade de Deus, se eu chegar à Prefeitura de Feira de Santana, quero dizer, que um dos primeiros atos será rever este contrato feito nesta PPP, que tem como objetivo claro: extorquir e prejudicar os vendedores ambulantes”. finalizou.


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