SESAB oferece acolhimento psicológico para profissionais de saúde que atuam no combate ao novo coronavírus

Acolhimento psicológico para profissionais de saúde que atuam no combate ao Covid-19 pela SESAB.
Acolhimento psicológico para profissionais de saúde que atuam no combate ao Covid-19 pela SESAB.
Acolhimento psicológico para profissionais de saúde que atuam no combate ao Covid-19 pela SESAB.
Acolhimento psicológico para profissionais de saúde que atuam no combate ao Covid-19 pela SESAB.

Para garantir a saúde mental dos servidores que estão na linha de frente no combate à covid-19, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), por meio do Programa de Atenção Integral à Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador da Sesab (Pais), está oferecendo acolhimento psicológico gratuito por telefone e pela internet, com atividades de relaxamento, Reiki à distância e práticas integrativas, como consciência corporal e meditação.

“O objetivo é oferecer um serviço de acolhimento, com orientações e acompanhamento psicológico nesse momento de crise que atravessa nossa sociedade. É um serviço de escuta qualificada que está sendo feito por uma equipe multidisciplinar nessa proposta de atendimento virtual. Buscamos ouvir o trabalhador para compreender as dificuldades que ele está enfrentando”, explica a coordenadora do Serviço Integrado de Saúde do Trabalhador (Siast) da Sesab e especialista em Saúde Pública, Ana Cláudia Caldas.

Os servidores que tiverem interessem podem se inscrever via Siast, pelo RH da Sesab ou pelo telefone (71) 3103 6144. “Aqueles profissionais nos quais identificarmos uma gravidade maior serão encaminhados para atendimento com psiquiatras para uma avaliação mais profunda. Havendo necessidade, esse trabalhador será encaminhado para rede de assistência psiquiátrica de saúde mental”, completa Ana.

Para a enfermeira Rita de Cássia, o cuidado com a saúde mental é muito importante para que os profissionais de saúde possam continuar exercendo o trabalho com qualidade. “O ritmo intenso de trabalho, a consciência dos riscos de contaminação durante os atendimentos ou mesmo o medo de contaminar algum familiar na volta pra casa são coisas que ficam em nossas cabeças e geram uma ansiedade e estresse muito grande. Poder conversar com profissionais qualificados é fundamental para que a gente possa continuar atuando e fazendo toda a diferença nessa batalha contra o vírus”, afirma.


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