Em pronunciamento, na sessão ordinária desta segunda-feira (29/06/2020), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o edil Edvaldo Lima (MDB) parabenizou o presidente Jair Bolsonaro pela obra de transposição do Rio São Francisco e voltou a repercutir sobre os serviços prestados pela empresa de transporte Rosa.
“Volto a esta tribuna para parabenizar o Presidente da República Jair Bolsonaro. Foram mais de 13 anos de governo do PT, mentindo que levaria água ao povo do nordeste e saciaria a sede do povo e nada fez. Mas, o nosso Presidente, em menos de dois anos de governo, levou água para os nordestinos, concluindo a obra de transposição do Rio São Francisco. Isso porque ele é honesto, trabalha e não rouba o dinheiro do povo. Ele me representa e respeita o povo brasileiro. Não poderia ficar calado e não o parabenizar”, elogiou Edvaldo Lima.
E tratou sobre a empresa Rosa, que presta serviço de transporte público na cidade. “Recentemente, a empresa Rosa demitiu mais de 400 funcionários e não está cumprindo com o contrato feito com o Município. Se ela não tem mais interesse no contrato, que a Prefeitura assuma a função da empresa e traga de volta os veículos que faziam linhas, pois os moradores dos distritos estão tendo dificuldade em encontrar os veículos para virem à Feira de Santana. Outro ponto a ser lembrado é que não podemos deixar tantas pessoas desempregadas. Este é o momento do prefeito assumir a empresa, reestabelecer o emprego de tantas pessoas e devolver as linhas nos horários estabelecidos anteriormente”, findou.
Edvaldo Lima relata dificuldade para conseguir atestado de óbito
O vereador Edvaldo Lima (MDB) utilizou a tribuna para questionar a Secretaria Municipal de Saúde: “Como procede quando alguém falece dentro da própria residência de causas naturais, depois das 18 horas?”.
O parlamentar narrou o caso de uma idosa, de 95 anos, que faleceu em casa e os familiares só conseguiram o atestado de óbito, após recorrer a ele. “A senhora faleceu depois das 18 horas. Os familiares ligaram para o SAMU, mas informaram que não era lá e que deviam recorrer a policlínica, pois é responsabilidade do médico dar o atestado. Quando chegaram na Policlínica do Tomba, receberam a resposta que só no dia seguinte as 08 horas da manhã para conseguir o atestado. E quando ligaram para funerária, eles informaram que não podem tocar no corpo sem o atestado de óbito emitido pelo médico. Os familiares ficaram sem saber como prosseguir, com o corpo da idosa na cama, e precisaram recorrer ao vereador”, contou.
Ele afirmou que quando ligou para Secretaria de Saúde para interceder “não fui bem recebido pelo telefone e fui obrigado a agir de forma mais dura”. “A Secretaria de Saúde tem responsabilidade de conduzir, de orientar as unidades de saúde, o médico de plantão tem obrigação de dar o atestado”, declarou .
“Tenho certeza que o prefeito Colbert Martins, que é médico, não tem conhecimento deste tipo de situação. Vou dar entrada em um projeto de lei para que o atestado de óbito de pessoas que morrem em casa seja fornecido imediatamente”, disse.

Share this:
- Click to print (Opens in new window) Print
- Click to email a link to a friend (Opens in new window) Email
- Click to share on X (Opens in new window) X
- Click to share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn
- Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
- Click to share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp
- Click to share on Telegram (Opens in new window) Telegram
Relacionado
Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)
Subscribe to get the latest posts sent to your email.




