Com renda inferior a R$ 1 mil por mês na pandemia, camelô não pode pagar taxas do Shopping Popular de Feira de Santana, diz vereador

Luiz Ferreira (Luiz da Feira): camelô está ganhando R$ 800,00, R$ 1.000,00, por mês. São guerreiros, lutadores, que não têm condições de pagar o preço que os empresários estão querendo.
Luiz Ferreira (Luiz da Feira): camelô está ganhando R$ 800,00, R$ 1.000,00, por mês. São guerreiros, lutadores, que não têm condições de pagar o preço que os empresários estão querendo.

A pandemia de coronavírus, que causa forte impacto na economia, reduziu drasticamente o faturamento dos camelôs em Feira de Santana, o que limita a sua condição para enfrentar as taxas cobradas pelo consórcio responsável pelo Shopping Popular. A análise é do vereador Luiz da Feira (PROS), um dos defensores da categoria dos vendedores ambulantes instalados no centro da cidade. “Camelô está ganhando R$ 800,00, R$ 1.000,00, por mês. São guerreiros, lutadores, que não têm condições de pagar o preço que os empresários estão querendo”.

O que eu peço ao prefeito é que faça uma parceria com todos eles, porque o shopping foi feito para acomodar e organizar os camelôs, mas não está sendo realizado assim”, alerta.

Luiz da Feira observa que muito foi discutido, mas nada resolvido em relação ao problema deles. “Desse jeito (o empreendimento) não é popular, porque foi feito para os camelôs, mas eles ficaram atrás, escondidos, e estão enfrentando dificuldades com as taxas”.


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