Participação de Rodrigo Maia no Roda Viva revela ser ele o pior dos piores políticos que o Brasil hospeda | Por Sérgio Jones

O comportamento e a participação do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), programa Roda Viva dessa segunda-feira (03/08/2020), foi o que podemos considerar como decepcionante.

Ao longo de toda entrevista ele deixou cair a máscara de democrata ao tentar, de forma trágica, justificar a sua posição que segue na contramão da história ao engavetar mais de 50 pedidos de impeachment do infenso presidente Jair Bolsonaro que está sendo acusado, de genocídio em Haia.

Ao mesmo tempo em que defendeu sua posição golpista adotada contra a ex-presidente Rousseff, que foi afastada do cargo sem crime de responsabilidade no golpe de 2016.

Diz ele, cinicamente, não enxergar nenhum tipo de crime cometido pelo atual arremedo de presidente, que justifique essa tomada de atitude. Em seguida alegou que tal tomada de posição é traumática e não é bom para o país. O curioso é que só agora, de forma tardia, que ele passa a ter esse entendimento.

A postura adota por Maia, durante a entrevista, é nojenta. Demonstra ser o tipo de político que em nada contribui para o avanço social no país. Não toma posição e se comporta como se estivesse vivendo no melhor dos mundos. Verdadeira ameba política.

Agiu o tempo todo como um lutador de boxe que diante superioridade de seu adversário se encontra em completa desvantagem. Para permanecer ou continuar de pé no tablado, até o final da luta, usa como estratégia se esquivar dos golpes e em momento algum, tenta atingir ou golpear o adversário.

Podemos afirmar, sem medo de cometer erros, que a postura de Maia é repugnante. É um político vaselina. O bolinha de sebo é escorregadio e adota como estratégia atender não os interesses da nação, mas de si mesmo. Talvez isso explique a sua longa permanência no cargo.

No sexto mandato como deputado federal e eleito por três vezes consecutivas, para o cargo de presidente da Câmara dos Deputado, sendo esta última para o biênio 2018 a 2020.

O presidente se apresentou como democrata e se posiciona contra o continuísmo no poder político e diz ser favorável a alternância do mesmo. Tal afirmação só pode ser encarada como um tipo de piada grotesca, é desrespeitosa, além de atentar contra a inteligência do cidadão brasileiro.

Ele se comportou como um político que sempre foi populista que menospreza a capacidade e a inteligência do povo brasileiro. Vive jogando para a plateia, é o que podemos considerar como o pior dos piores.

*Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com).

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