Está pautado para a sessão desta terça-feira (10/11/2020) da Câmara Municipal o projeto de lei propondo que seja feita uma “parceria direta” entre a Prefeitura e os camelôs, relativa ao Shopping Popular, anuncia o autor da matéria, vereador Luiz da Feira (PROS). Ele acredita que, uma vez transformado em lei, o projeto vai trazer “mais tranquilidade e segurança aos ambulantes que enfrentam dificuldades para serem inseridos naquele equipamento”, sem a interferência dos investidores.
Luiz Ferreira Dias que cumpre mandato na Câmara, mas exerce a profissão de camelô há muitos anos, pediu ao presidente da Câmara, José Carneiro (MDB), para colocar o projeto em discussão amanhã, no que foi atendido. Considera que o empresário Elias Tergilene, que comanda o consórcio gestor do Shopping construído em Parceria Público-Privada com o Município, “só pensa no lado financeiro, acha que o shopping é dele e quer passar o rodo nos camelôs”.
Ao pedir o apoio dos colegas na aprovação da proposta, observa que apesar da Prefeitura ter investido R$ 13 milhões e doado o terreno onde foi construído o empreendimento, “o empresário pegou os melhores pontos e colocou os nossos colegas nos fundos”. Considerado polêmico, o projeto já sofreu oito adiamentos de pauta.
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