Atlantic Nickel conclui maior exportação do ano e ultrapassa produção de 80 mil toneladas em 2021; Empresa é sediada em Itagibá

A Atlantic Nickel, empresa brasileira que produz e exporta níquel sulfetado no município baiano de Itagibá, finalizou nesta semana o embarque da maior remessa de minério comercializada pela companhia neste ano de 2021. O navio transportando uma carga de 11.121,44 toneladas de concentrado de níquel partiu na quarta-feira (22), do Porto de Ilhéus em direção ao continente europeu. Este é o oitavo embarque realizado este ano, pela empresa, que já alcança um acumulado de 80.567,71 toneladas exportadas de janeiro a setembro.

O resultado expressivo de 2021, ainda que parcial, já é maior do que o total de exportações realizadas pela Atlantic Nickel em todo o ano de 2020, que chegou ao patamar de 67,7 mil toneladas – um resultado igualmente relevante, conquistado no primeiro ano de operações no sul da Bahia.

Ao mesmo tempo em que se consolida como propulsora da transição energética em escala mundial, com o uso do níquel na fabricação de baterias para veículos elétricos, a atividade da Atlantic Nickel representa um forte vetor de desenvolvimento socioeconômico para o eixo Itagibá-Ipiaú, comunidades do entorno, e contexto macroeconômico do estado da Bahia. A companhia emprega diretamente mais de duas mil pessoas na Mina Santa Rita, proporcionando a geração de aproximadamente 16 mil vagas indiretas. Entre 2018 e 2020, o negócio injetou R$ 151 milhões na economia local por meio de compras e contratos com fornecedores baianos .

A franca expansão da produção e comercialização do níquel garante também a arrecadação da CFEM – Compensação Financeira pela Exploração Mineral – aos cofres públicos. Regulamentada pela Lei 13.540/2017, a CFEM prevê que empresas do ramo realizem pagamentos de compensação pela atividade de exploração mineral que desenvolvem. O recolhimento é uma atribuição da Agência Nacional de Mineração (ANM), que também distribui os valores aos estados e municípios, com objetivo de que a verba arrecadada seja revertida em projetos para benefícios à comunidade local, como melhoria da infraestrutura, da qualidade ambiental, da saúde ou educação. Em 2021, até agosto, a Atlantic Nickel já pagou R$ 16,4 milhões em CFEM. Em 2020, esse valor chegou a R$ R$ 11,7 milhões.

Do mesmo modo que está comprometida com o impacto do seu negócio no desenvolvimento econômico da comunidade a que pertence, a Atlantic Nickel desenvolve estratégias permanentes de responsabilidade social que orientam as suas operações. Somente este ano, foram doadas mais de 1.450 cestas básicas a instituições e 1.475 testes rápidos de detecção da Covid-19. A empresa mantém, ainda, iniciativas de apoio a programas de formação educacional, projetos de musicalização, arte e fomento ao esporte.

Sobre a Atlantic Nickel    

Controlada pelo grupo Appian Capital Brazil e única empresa produtora de níquel sulfetado no país, a Atlantic Nickel completou, no dia 15 de outubro de 2020, um ano de operação em Itagibá, interior da Bahia, onde vem atuando na extração do minério fundamental para a fabricação de baterias de veículos elétricos. São mais de 1.700 empregos diretos gerados pelo negócio e R$ 151 milhões injetados em compras e contratos com fornecedores da Bahia de 2018 a 2020.

A projeção da companhia é dobrar a capacidade produtiva, com o início da operação subterrânea na Mina Santa Rita, prevista para 2028, o que vai elevar o tempo de vida útil da mina de oito para 34 anos (8 anos de mina a céu aberto + 26 anos de mina subterrânea). De acordo com a Avaliação Econômica Preliminar, cerca de US$ 355 milhões devem ser investidos nos primeiros cinco anos desta nova fase.

Para além disso, a Atlantic Nickel já comemora a recente descoberta de um novo depósito com potencial significativo de recursos de níquel a apenas 26km de distância, e no mesmo cinturão geológico, de onde já funciona a Mina Santa Rita.


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Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia.
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