Eleições 2022: Sérgio Moro age com recalque ao se unir a ex-ministros e Brasil não ficará bem com ele, diz presidente Jair Bolsonaro

Em 2018, a parceria entre Sérgio Moro e Jair Bolsonaro contribuiu bastante para vitória do presidente. Após saída do ministro do governo em 2019, o ex-juiz e o mandatário têm trocado farpas publicamente.
Em 2018, a parceria entre Sérgio Moro e Jair Bolsonaro contribuiu bastante para vitória do presidente. Após saída do ministro do governo em 2019, o ex-juiz e o mandatário têm trocado farpas publicamente.

Na quinta-feira (25/11/2021), o presidente, Jair Bolsonaro, fez algumas declarações acerca do seu ex-colega e ex-ministro da Justiça, Sergio Moro. De acordo com o presidente, Moro tem “recalque” da sua gestão, segundo o UOL.

“O Sergio Moro não consegue conversar com as pessoas. E outra, [ele] está juntando ex-ministros meus, parece um recalque […]. Não vou desejar boa sorte porque sei que o Brasil não estará bem com ele, mas o que acontecer, o que o povo decidir, as consequências o próprio povo vai sentir”, afirmou.

Possivelmente quando fala “está juntando ex-ministros meus”, Bolsonaro faz referência à filiação do general Carlos Alberto dos Santos Cruz ao partido que Moro se filiou, o Podemos, na quinta-feira (25).

Santos Cruz foi chefe da Secretaria de Governo de janeiro a junho de 2019, e desde que saiu, não tem poupado críticas a Bolsonaro. De acordo com a mídia, o nome do general seria um dos cogitados para ser vice de Moro se ele vier como candidato à presidência.

Eleição e debates

Ainda durante as declarações, o chefe do Executivo voltou a afirmar que não tem certeza se virá como candidato ano que vem, entretanto, mesmo que não venha, para Bolsonaro o importante é não deixar a esquerda vencer.

“Não decidi ainda se vou disputar a reeleição ou não. O que quero para o Brasil não é eu ser reeleito, se porventura eu vir a ser candidato, é não deixar que a esquerda volte para o poder, porque se voltar será o fim de todos nós”, declarou.

Segundo a mídia, o presidente admitiu que as eleições estão polarizadas entre ele e o ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, e também afirmou que não vê um candidato como terceira via.

Panorama internacional

Sobre os debates, o mandatário afirmou que, diferente de 2018, ele participará das rodadas de discussão, mas só estará presente desde que não sejam feitos ataques pessoais aos seus familiares e amigos.

“Pretendo participar de debates, mas da minha parte não vai ter guerra. Tenho quatro anos de mandato para mostrar o que fiz. O Lula tem oito anos de mandato, mas o tempo da Dilma que ele também participou. Agora não posso aceitar provocações, coisas pessoais, porque aí você foge da finalidade de um bom debate”, disse.

*Com informações da Agência Sputnik Brasil.


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