Salvador: BTCA faz sessões de filme para arrecadar alimentos para vítimas das chuvas na Bahia

“A Cidade que Habita em Mim” estará em cartaz nos dias 4, 5 e 6 de fevereiro, em dois horários, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves.
“A Cidade que Habita em Mim” estará em cartaz nos dias 4, 5 e 6 de fevereiro, em dois horários, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves.

O documentário-dança “A Cidade que Habita em Mim” – que celebra os 40 anos do Balé Teatro Castro Alves (BTCA) – terá novas sessões neste fim de semana: sexta-feira (04/02/2022), sábado (05/02) e domingo (06/02), em dois horários (16 e 18 horas). As exibições acontecem na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA). Para assistir ao filme, é necessário doar 1kg de alimento ou água e apresentar o cartão de vacinação contra a Covid-19. A doação será destinada às vítimas das fortes chuvas que atingiram a Bahia. A capacidade de público da Sala do Coro é de 50%, com 88 poltronas disponíveis.

A obra fala da ligação do Balé Teatro Castro Alves com a cidade de Salvador. O filme une dança e cinema, como fios que compõem o roteiro dramatúrgico do projeto, para a construção de uma obra híbrida, conduzida pelas memórias e pelo cotidiano das/os habitantes da capital baiana.

Dirigido pela cineasta Maria Carolina, o doc-dança tem coreografia assinada por Daniela Guimarães, Nildinha Fonseca e Fabio Vidal. A trilha é de Jarbas Bittencourt. Renata Mota fez a Direção de Arte. O figurino é criação de Alexandre Guimarães. O elenco é composto pelas bailarinas e pelos bailarinos do BTCA, sob a supervisão de Ana Paula Bouzas, diretora artística da companhia.

“A Cidade que Habita em Mim” reconhece o mérito da existência e atuação do BTCA ao longo de suas quatro décadas de atuação e nasce do desejo de reencontro presencial com o público de Salvador. O longa-metragem trata, sobretudo, da vontade de se aproximar da população em meio ao momento pandêmico em que vivemos.

“No filme, trazemos a Salvador que vemos, a que não enxergamos, a que habitamos, a que hoje não vivemos e que também por isso imaginamos em nossa sala de criação, a que alimentamos em nossos pensamentos onde memória e ficção se misturam e se confundem, a que esperamos. Trazemos as cidades visíveis e as invisíveis, surgidas das lembranças partilhadas que impregnaram impulsos, olhares, suores, gestos, conversas e danças de toda nossa equipe”, destaca Ana Paula Bouzas.


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