Os Estados Unidos estão realmente criando bases da Otan na Ucrânia sob o pretexto de centros de treinamento, disse o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, em uma reunião com altos funcionários das agências de segurança, defesa e aplicação da lei na segunda-feira (28/02/2022).
“As questões relacionadas à Ucrânia exigem atenção especial. Você pode ver que as tropas da Otan estão sendo arrastadas para lá. Os Estados Unidos estão estabelecendo bases na Ucrânia. É claro que precisamos responder a isso”, destacou, citado pela agência de notícias BelTA .
De acordo com Lukashenko, ele discutiu repetidamente a questão com o presidente russo, Vladimir Putin. “O presidente russo e eu temos mantido consultas sobre o assunto, concordamos que precisamos tomar algumas medidas”, enfatizou Lukashenko. “Caso contrário, teremos que enfrentar uma situação inaceitável na fronteira da Bielorrússia e da Rússia, até mísseis do alcance necessário podem ser implantados lá. Nós não assinamos e não podemos deixar isso acontecer”, ressaltou o presidente bielorrusso.
“Infelizmente, as autoridades ucranianas não se importam nem um pouco com seu próprio povo e não ouvem nossas preocupações”, acrescentou Lukashenko.
Presidente Alexander Lukashenko diz que Rússia conduz operação na Ucrânia com precisão ‘cirúrgica’
O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, disse na terça-feira (01/03/2022) que as tropas russas estão conduzindo a operação na Ucrânia com precisão cirúrgica para evitar baixas entre civis.
“A propósito, a decisão do [presidente russo Vladimir] Putin e do [ministro da Defesa russo Sergey] Shoigu é trabalhar com precisão cirúrgica para não prejudicar a população civil de forma alguma”, disse Lukashenko em imagens de uma reunião do Conselho de Segurança que foi postado por um canal Telegram próximo ao serviço de imprensa presidencial. “Eles não estão realizando bombardeios de tapete.”
Lukashenko também disse que “não há mortes em massa nas forças armadas da Rússia”. Ele disse que soldados russos feridos estão sendo tratados em hospitais da Bielorrússia.
“Até hoje, admitimos de 160 a 170 feridos durante todo o período”, disse o presidente.
*Com informações da Agência TASS.
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