Fox News revela o que está por trás das mentiras do presidente Jor Biden sobre Vladimir Putin

A emissora Fox News divulgou um artigo explicando por que é precisamente a administração Biden, e não as ações de outros países, a culpada pela crise dos combustíveis nos Estados Unidos da América (EUA).

Anteriormente, Biden vinculou a inflação recorde nos EUA à situação na Ucrânia e ao presidente russo, Vladimir Putin, chegando a afirmar que o seu país nunca havia visto nada como o “imposto de Putin” sobre os alimentos e gasolina de uma só vez.

De acordo com a Fox News, o atual aumento do preço da gasolina nos EUA já pode ser considerado “uma catástrofe”.

Para demonstrar como a situação chegou a este ponto, a mídia divulgou imagens de um evento de campanha eleitoral durante as últimas primárias dos democratas em 2019. Logo depois, Biden, que participou destas primárias, garantiu a todos que “eliminaria os combustíveis fósseis” e que nada faria ele mudar de ideias sobre isso.

A mídia ressaltou que os combustíveis fósseis são a base da economia americana, e questionou como o presidente dos EUA conseguiria eliminar esta fonte da economia.

Após sua promessa e vitória nas eleições, Biden começou a colocar seu plano em ação, não dando qualquer oportunidade para a indústria de petróleo seguir com seus negócios.

“Biden parou de emitir novas concessões de petróleo e gás. Ele ainda cancelou as licenças federais de perfuração e oleodutos”, destacou a mídia, ressaltando que, em apenas um mês, o governo cancelou três concessões de petróleo e gás no Alasca e no golfo do México, além de eliminar quase meio milhão de hectares de possíveis locais de perfuração.

Além disso, o governo americano impôs um embargo à Rússia, que é uma das maiores produtoras de recursos energéticos do mundo.

Como resultado das ações de Biden, a gasolina passou a custar mais de U$ 5 (R$ 25) por galão, fazendo a inflação disparar no país.

Enquanto Biden executa seu plano de acabar com combustíveis fósseis, a Índia e a China estão recebendo petróleo russo por um preço mais baixo para sustentar suas economias, enquanto a moeda russa, o rublo, está se fortalecendo cada vez mais, estando hoje, inclusive, mais valorizada do que antes da operação na Ucrânia.

Anteriormente, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou que a política de conter e enfraquecer a Rússia é uma estratégia de longo prazo do Ocidente e que as sanções foram um duro golpe na economia global.

Além disso, Putin afirmou que o principal objetivo do Ocidente é denegrir e prejudicar a vida de milhões de pessoas.

China aumenta importação da Rússia

A China aumentou em 55% as importações de petróleo da Rússia em relação ao mesmo período do ano anterior e aproximadamente em 25% em maio em comparação com abril, relata a agência Reuters citando dados da alfândega do país.

“As importações de petróleo cru da Rússia pela China subiram 55% em relação ao ano anterior, atingindo um nível recorde em maio e substituindo a Arábia Saudita como o principal fornecedor”, de acordo com a agência.

As importações de petróleo russo pela China, inclusive as entregas através do oleoduto Sibéria-Pacífico, por navio dos portos europeus e do Extremo Oriente russos, constituíram em maio passado quase 8,42 milhões de toneladas. Isso equivale a cerca de 1,98 milhão de barris por dia, um montante 25% superior ao 1,59 milhão de barris por dia em abril.

Conforme os dados da Reuters, as importações chinesas do Brasil caíram 19% em relação ao ano passado, para 2,2 milhões de toneladas, uma vez que os fornecimentos do exportador latino-americano enfrentaram uma concorrência do combustível iraniano e russo.

Assim, a Arábia Saudita tornou-se o segundo maior fornecedor da China: seus volumes em maio cresceram 9% em relação ao mês passado, constituindo 7,82 milhões de toneladas, ou 1,84 milhão de barris por dia.

*Com informações da Sputnik Brasil.


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