Salvador: Largo do Cruzeiro do São Francisco divulga grade de atrações musicais

Sátyra Carvalho é uma das atrações da semana no Largo do Cruzeiro do São Francisco.
Sátyra Carvalho é uma das atrações da semana no Largo do Cruzeiro do São Francisco.

O Largo do Cruzeiro do São Francisco é todas as semanas palco de shows com talentosos grupos e artistas que atuam na Bahia, se apresentam das 18 às 21 hoas e fazem a vida cultural do Centro Histórico de Salvador mais alegre e movimentada. Esta semana tem shows de forró, axé, samba-reggae, samba de roda, semba, MPB, pop e muito rock. Se apresentam Gel Barbosa, Diggo de Deus, Dinho Reis, Aline Souza, banda Rock’n Reggae, Marcos Sants e Dinho Reis. Os shows são patrocinados pelos restaurantes Boteco do Pelô, Cuco Bistrô e Odoyá, todos localizados no Largo do Cruzeiro do São Francisco. Confira a programação dia a dia:

Terça-feira, dia 02 de agosto de 2022

Uma noite variada com música para todos os gostos, mas tendo a alegria como princípio. Assim é a apresentação de Dinho Reis, cantor, compositor e multi-instrumentista, que canta sucessos de Gilberto Gil, Jorge Benjor, Olodum, Ivete Sangalo, Bob Marley, Lionel Richie e Freddy Mercury. Seu repertório eclético passeia por grandes clássicos da música baiana como Faraó, Protesto Olodum, Baianidade Nagô, é d’ Oxum, sem deixar de apresentar releituras do pop rock nacional do Legião Urbana, Capital Inicial, Roupa Nova, Lulu Santos e pelo samba de Zeca Pagodinho, Alcione, Fundo de Quintal e Exaltasamba.

Quarta-feira, dia 03 de agosto

Satyra Carvalho, cantora e instrumentista que tem seu DNA ligado ao Pelourinho, fez parte da Ala de Canto do Olodum e da Banda Vixe Mainha, projeto de som percussivo e do Afro-Pop / MPB, na qual fez shows por diversos estados brasileiros. Após sua saída do Olodum, deu início a carreira solo, cantando e tocando em estados brasileiros e em outros países, como carnaval de Estocolmo (Suécia) e turnê pela Argentina durante três meses.

Quinta-feira, dia 04 de agosto

A cantora e compositora Aline Souza começou a cantar ainda criança e na adolescência participou de festivais de música como os realizados pelo SESI e pelos Correios, sempre ganhando competições. Em 2016, participou do Iluminados, quadro do Domingão do Faustão, onde foi a primeira finalista. Gravou um EP “Meu Samba” com cinco músicas autorais. Viajou para o Qatar- Doha onde cantou por um ano no restaurante brasileiro “Ipanema”. Voltando de lá em 2018, continuou cantando em bares, restaurantes e eventos em Salvador. Em 2020 participou do “The Voice Brasil”, da Rede Globo, onde cantou “A Loba” e fez Iza, Lulu e Brown virarem pra ela. Aline saiu na quarta fase do programa, próximo das finais. Aline Souza tem um trabalho autoral que está disponível em todas as plataformas digitais, e também tem clipes no seu canal do YouTube alinesouzacantora.

Sexta-feira, dia 05 de agosto

Nadjane Souza, como integrante da Banda Didá, aos 16 anos, já fazia shows pelo Brasil, Argentina, Uruguai e USA, dividindo palco com artistas como Sandra de Sá, Emílio Santiago e Daniela Mercury. Em 1998, aos 17 anos, foi convidada para cantar na Banda Egrégora´s. Também formada por mulheres, seu talento a tornou voz principal, participando de shows pelo Brasil e Europa, onde se apresentou em países como França, Suíça e Alemanha. No ano 2000, decidiu juntar sua experiência, sonho e determinação para realizar seu primeiro trabalho pessoal, a banda Tribazumm. Como cantora do Olodum, participou de turnês, inúmeros eventos e festivais de música no Brasil e em países como Itália, Argentina, Chile, Uruguai, México, África do Sul, Senegal, Alemanha, Guiana Francesa e EUA. Um dos diferenciais da artista é cantar canções em inglês. A cantora também gravou seu primeiro DVD e teve como produtor musical Elpídio Bastos. Paralelo à sua carreira solo, Nadjane Souza participou de diversos projetos musicais, dentro e fora do Brasil.

Sábado, dia 06 de agosto

Marcos Sants, nascido e criado no Centro Histórico de Salvador, este cantor e compositor baiano vem desenvolvendo um trabalho musical dançante, autoral, com releituras da MPB com arranjos para o ritmo angolano Semba, mas também com as raízes fincadas no Samba de Roda do Recôncavo da Bahia.


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