Jornalista e escritor, Nestor Mendes comenta sobre encontro com o ídolo de infância José Augusto Ferreira de Jesus

Nestor Mendes e José Augusto Ferreira de Jesus (Zé Augusto). Zé Augusto — ainda juvenil, em 1972 — no CT da Fazendinha, marcando o grande ponta-direita Natal. No centro da foto, Washington e, atrás de Zé, o inesquecível Picolé.
Nestor Mendes e José Augusto Ferreira de Jesus (Zé Augusto). Zé Augusto — ainda juvenil, em 1972 — no CT da Fazendinha, marcando o grande ponta-direita Natal. No centro da foto, Washington e, atrás de Zé, o inesquecível Picolé.

“Para autografar “Bahêa, Minha Paixão — Primeiro Campeão do Brasil” fui à Ladeira do Ypiranga, na Cidade Nova, para ter o prazer de encontrar um dos meus ídolos de infância/adolescência, o meu zagueiro José Augusto Ferreira de Jesus. Zé Augusto chegou ao Tricolor aos 19 anos, sendo escalado por Hélio Tapioca, treinador de juvenis, para a baba depois do treino. Agradou tanto que foi chamado para voltar no dia seguinte, liberado por seu pai, o ypiranguense Seu Paulo. Volante, foi lançado como zagueiro por Evaristo de Macedo, estreando em 2 de julho de 1973, no Joia da Princesa — Bahia 3×1 Galícia, pelo Torneio do Centenário da Independência da Bahia. Ficou como titular da zaga por dez anos, até maio de 1983, indo depois jogar no América/RJ a pedido de Edu Coimbra”, registra Nestor Mendes, jornalista e escritor.


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