Tiroteios e ameaças causam fechamento de seis escolas e duas unidades de saúde em Feira de Santana

Relatos de atos violentos deixaram em pânico moradores e funcionários que trabalham nos órgãos públicos.
Relatos de atos violentos deixaram em pânico moradores e funcionários que trabalham nos órgãos públicos.

A onda de violência que afeta Feira de Santana está causando prejuízos também para quem necessita de serviços públicos. Nesta terça-feira (10/01/2023), seis escolas e duas unidades de saúde situadas nos bairros Mangabeira e Conceição foram fechadas em consequência de tiroteios e ameaças nas respectivas localidades. Relatos de atos violentos deixaram em pânico moradores e funcionários que trabalham nos órgãos públicos.

As escolas municipais afetadas foram: Theódulo Bastos de Carvalho Júnior, Professor Oscar Damião de Almeida, Centro Municipal de Educação Infantil, CMEI, Anchieta Nery e CMEI Professor Doutor Edivaldo Machado Boaventura, que ficam na região da Mangabeira e Alto do Rosário; além da Escola Municipal Comendador Jonathas Telles de Carvalho e o CMEI Almira Oliveira Santos, na Conceição.

“Recebemos inúmeros relatos sobre os atos violentos que estão acontecendo na comunidade. Orientamos as escolas que notificaram a Secretaria de Educação a fecharem as unidades temporariamente para priorizar a segurança da comunidade escolar”, orienta a secretária de Educação, professora Anaci Paim.

A Seduc vai continuar acompanhando a situação nos próximos dias para avaliar o retorno às atividades escolares. Todas as aulas suspensas serão repostas para garantir o cumprimento da legislação que estabelece o cumprimento de 800h e de 200 dias letivos.

Unidades de saúde

As Unidades de Saúde da Família Conceição IV e Alto do Rosário também tiveram atendimento suspenso nesta terça-feira devido a tiroteios nas respectivas localidades.

“Não podemos colocar em risco a vida desses trabalhadores e, por isso, optamos pelo fechamento. Assim que a situação for normalizada, os atendimentos serão retomados”, lamenta Helen Costa, chefe da Atenção Primária à Saúde.

No momento do tiroteio, os profissionais e populares se abrigaram nas unidades e, logo após o cessar fogo, eles foram autorizados a sair e se encaminharem às suas residências.


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