Feira de Santana: Governo Colbert Martins promove assistência em rede para pessoas em situação de rua

A abordagem social é feita em locais estratégicos, de intenso movimento, identificando jovens, adultos, idosos e crianças que estejam em situação de rua.
A abordagem social é feita em locais estratégicos, de intenso movimento, identificando jovens, adultos, idosos e crianças que estejam em situação de rua.

A Prefeitura de Feira de Santana realizou, em janeiro de 2023, 842 abordagens a pessoas em situação de rua. No serviço de escuta é identificada a necessidade de cada um e, a partir daí, são feitos os encaminhamentos necessários. Nem sempre acatam.

Os dados são da Proteção Social Especial da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEDESO). Vale salientar que a mesma pessoa pode ser abordada mais de uma vez por dia ou semana por equipes diferentes. Neste serviço atuam quatro duplas de assistentes e educadores sociais.

A abordagem social é feita em locais estratégicos, de intenso movimento, identificando jovens, adultos, idosos e crianças que estejam em situação de rua, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, e aos finais de semana e feriados das 17 às 22 horas – nestes dias pelo Plantão Social.

“As equipes percorrem feiras-livres, praças, terminais de ônibus, região de grande concentração de estabelecimentos comerciais, entre outros. Atuam através de denúncias feitas ao Plantão Social [os contatos são pelo 156 ou (75) 99910 – 7134] e busca ativa todos os dias da semana, inclusive à noite”, destaca a assistente social da Sedeso e coordenadora da Média Complexidade, Danusa Rodrigues.

De acordo com a coordenadora, nas abordagens é oferecido o serviço social, atendimento de saúde, geralmente prestado pelo Consultório na Rua, e podem ser direcionados ao Centro POP ou Centro Temporário de Acolhimento (CTA), equipamentos mantidos pela Prefeitura de Feira de Santana, assim como para o Palácio Social, onde são acolhidos homens em situação de rua.

Considerado como serviço de alta complexidade da assistência social, no CTA, instalado na Praça do Tropeiro, as mulheres, famílias e público LGBTQIA+ recebem refeições, têm acesso a dormitório e banheiros. Muitas delas passam o dia fora do equipamento e só retornam à noite.

Também são oferecidos serviços de escuta qualificada, encaminhamentos para unidades de saúde e para emissão de documentos. São pessoas que estão de passagem pela cidade, outras perderam os laços familiares ou encontram- se desempregadas tendo a rua como local de moradia.

“A assistência social ofertada pela Prefeitura a pessoas em situação de vulnerabilidade é um trabalho em conjunto com outros órgãos. Existe uma rede integrada de proteção e serviços que atua para promover o acolhimento, a promoção à saúde e o bem-estar de todos”, afirma o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Antônio Carlos Borges Júnior.


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