O comércio internacional de armas diminuiu pouco mais de 5% em comparação ao período anterior, de 2013 a 2017, segundo o relatório do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês), divulgado nesta segunda-feira (13/03/2023). No entanto, a Europa contrariou a tendência mundial e importou mais armas, sobretudo dos Estados Unidos. A importação pelos países europeus aumentou 47%, e a dos membros europeus da Otan, 65%, no período de 2018 a 2022.
A invasão russa à Ucrânia é apontada como a razão para o aumento das importações de armamentos pelos países europeus. A Ucrânia também é mencionada no relatório como a terceira maior importadora de armas do mundo em 2022, apesar de ter tido uma presença irrelevante no mercado anteriormente.
A França registrou um aumento significativo de 44% em suas exportações, reforçando sua terceira posição entre os maiores exportadores de armas, que ainda são os Estados Unidos, Rússia, China e Alemanha. A Alemanha, por sua vez, teve uma queda acentuada de 35% em suas exportações.
As exportações de armas chinesas caíram 23% no período analisado pelo relatório, e a China, apesar de sua economia robusta, ainda tem pouca importância no mercado global de armas. De acordo com o relatório, “a China não conseguiu penetrar em alguns dos mercados de defesa mais importantes, em alguns casos por razões claramente políticas”.
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