O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu uma autorização para a quebra do sigilo bancário e fiscal do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A ação foi desencadeada após a Polícia Federal (PF) requerer a medida no contexto da investigação da Operação Lucas 12:2, que se concentra na alegação de uma organização criminosa operando para desviar e comercializar presentes recebidos pelo ex-presidente de líderes estrangeiros.
As investigações revelam que as atividades de desvio tiveram início no meio de 2022 e perduraram até o começo deste ano. Entre os indivíduos envolvidos estão o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, e seu pai, o general de Exército Mauro Lourena Cid. O general trabalhava no escritório da Apex, localizado em Miami.
De acordo com os regulamentos do Tribunal de Contas da União (TCU), presentes provenientes de governos estrangeiros deveriam ser incorporados ao Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), uma unidade da Presidência da República responsável pela preservação dos presentes. Estes não deveriam ser mantidos no acervo pessoal de Bolsonaro, tampouco deixados sem catalogação.
*Com informações da Agência Brasil.
Share this:
- Click to print (Opens in new window) Print
- Click to email a link to a friend (Opens in new window) Email
- Click to share on X (Opens in new window) X
- Click to share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn
- Click to share on Facebook (Opens in new window) Facebook
- Click to share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp
- Click to share on Telegram (Opens in new window) Telegram
Relacionado
Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)
Subscribe to get the latest posts sent to your email.




