Deputado Robinson Almeida propõe protagonismo da Prefeitura no Minha Casa, Minha Vida durante encontro com sem-teto em Salvador

Pré-candidato a prefeito pelo PT, Robinson Almeida critica déficit habitacional em Salvador e sugere soluções para moradia digna.
Pré-candidato a prefeito pelo PT, Robinson Almeida critica déficit habitacional em Salvador e sugere soluções para moradia digna.

Em um encontro com representantes do Movimento dos Sem-teto, realizado no bairro de Mussurunga, Salvador, no último sábado (07/10/2023), o deputado estadual Robinson Almeida, pré-candidato a prefeito da capital baiana pelo Partido dos Trabalhadores (PT), fez um apelo pela maior participação da prefeitura no programa Minha Casa Minha Vida. Durante o evento, o petista criticou veementemente o elevado déficit habitacional em Salvador, responsabilizando tanto a gestão de Bruno Reis quanto a do seu antecessor, ACM Neto, por deixar mais de 110 mil famílias na cidade sem acesso a moradias dignas.

“É imperativo que a prefeitura apoie os Movimentos de Moradia e forneça terrenos para a implementação do programa Minha Casa, Minha Vida. O direito humano fundamental à habitação tem sido sistematicamente desrespeitado e negligenciado pela administração municipal de Salvador. Sob a gestão de Bruno Reis, o déficit habitacional na capital baiana supera a marca de 110 mil unidades. Isso significa que, no mínimo, 440 mil soteropolitanos estão privados do direito mais básico e essencial à sua dignidade como cidadãos: o direito à moradia digna. Tudo isso é resultado de decisões políticas das últimas gestões na prefeitura”, criticou Robinson.

O parlamentar também destacou a importância de uma política municipal que assegure habitações saudáveis para as famílias, incluindo a oferta de creches, escolas, postos de saúde, transporte público e áreas de lazer. Robinson Almeida ainda ressaltou que Salvador precisa de uma gestão que fortaleça os laços institucionais com os governos federais e estaduais, aproveitando as oportunidades que serão geradas por meio de políticas de desenvolvimento econômico e inclusão social.

“Salvador necessita de uma gestão que esteja alinhada com o Brasil e a Bahia, que saiba aproveitar as oportunidades oferecidas pelos governos de Lula e Jerônimo, especialmente por meio do Programa Minha Casa Minha Vida e políticas de transformação social. Por outro lado, a prefeitura deve incluir a habitação popular e social no seu orçamento municipal, implementando um programa de desenvolvimento urbano que leve em conta o bem-estar das famílias. Isso inclui a garantia de transporte público, unidades de saúde, creches, escolas e áreas de lazer. É uma abordagem integrada que visa promover e proteger o bem-estar e a inclusão social das famílias, algo que, lamentavelmente, tem estado ausente em Salvador devido às decisões do grupo político que governa a cidade há mais de uma década”, enfatizou o líder da Federação Brasil da Esperança.


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