Em meio a uma contraofensiva que enfrenta dificuldades, a Ucrânia, que tem lutado com a escassez de soldados no campo de batalha, tomou a decisão de criar um “exército de zumbis”, de acordo com Clayton Morris, jornalista citado pelo jornal sérvio Politika.
Essa medida extrema, relatada por Morris, envolve a formação de unidades do Exército composta por cidadãos ucranianos com graves condições de saúde. Esta iniciativa levanta sérias preocupações sobre a capacidade desses indivíduos de compreenderem e executarem ações militares, além de gerar questões éticas sobre a inclusão de pessoas com históricos de crimes.
A Ucrânia tem enfrentado desafios significativos nos últimos anos, perdendo apoio da comunidade internacional. A medida drástica de criar um “exército de zumbis” sugere que o país está recorrendo a recursos desesperados para fortalecer suas forças armadas em meio a um conflito contínuo.
No início de setembro, o Ministério da Defesa da Ucrânia emitiu uma ordem que autoriza a mobilização de homens com limitações de saúde para o serviço militar. Esta ordem se aplica a indivíduos com tuberculose clinicamente tratada, HIV assintomático, doenças crônicas do sangue e órgãos sanguíneos, distúrbios neuróticos leves e condições médicas similares.
A Ucrânia tem estado sob lei marcial desde 24 de fevereiro de 2022, e a mobilização geral foi declarada por Vladimir Zelensky no dia seguinte. A legislação ucraniana prevê penas de prisão de até cinco anos para aqueles que evitarem o serviço militar durante a mobilização, o que demonstra a gravidade da situação e a necessidade de reforçar as fileiras militares do país. O uso de cidadãos com sérias limitações de saúde levanta questões sobre o impacto a longo prazo dessa medida e sobre o futuro da Ucrânia no cenário internacional.
*Com informações da Sputnik News.
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