A terceirização da gestão dos terminais de transbordo do sistema BRT, em processo licitatório promovido pela Prefeitura de Feira de Santana, gerou um debate na Câmara Municipal. O vereador Professor Ivamberg (PT) questionou a medida, levantando preocupações sobre quem arcará com os custos da terceirização, uma vez que as estações do BRT, apelidadas de “casas de pombo” pela população local, não estão sendo amplamente utilizadas.
Em seu pronunciamento na Tribuna Maria Quitéria, Ivamberg expressou sua apreensão com a transferência da administração dos terminais para uma empresa privada, argumentando que isso não resolverá os problemas existentes no sistema BRT, que já é deficiente. Ele enfatizou que nenhuma empresa gerenciará um empreendimento sem visar ao lucro.
Por outro lado, o vereador Fernando Torres (PSD) defendeu a medida, afirmando que o vereador petista não deveria criticá-la antes de sua implementação. Torres argumentou que, se a terceirização funcionar, merecerá elogios.
Já o vereador Paulão do Caldeirão (PSC) destacou que a população tem histórico de reclamações sobre a situação dos terminais de transbordo, especialmente os banheiros, que costumavam estar sujos e deteriorados. Ele sugeriu que se dê “um voto de confiança para essa privatização”, observando que, atualmente, as instalações estão limpas e arrumadas. Paulão também mencionou que vários ônibus do BRT já chegaram ao município.
A terceirização da gestão dos terminais do BRT continua gerando discussões na cidade, enquanto a população aguarda para ver como a medida afetará o sistema de transporte público.











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