O número de mortos palestinianos na Faixa de Gaza continua a aumentar à medida que o conflito com Israel se agrava. Ataques israelitas esta madrugada elevaram o triste saldo para 1.350 mortos do lado palestiniano, desde o início dos ataques do Hamas no sábado (07/10/2023). O conflito já deixou mais de 6.000 feridos e forçou cerca de 340 mil pessoas a deixarem suas casas em busca de segurança.
Em resposta aos ataques a Gaza, o Hamas intensificou o lançamento de foguetes, mirando alvos, incluindo a cidade de Telavive. Israel mantém seu cerco à região, anunciando que Gaza continuará sem eletricidade e água até que o Hamas liberte os reféns feitos no sábado.
Na noite anterior, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, declarou que Israel “passou à ofensiva” e afirmou que “cada membro do Hamas é um homem morto,” reforçando sua determinação em destruir o grupo terrorista. Netanyahu também solidificou sua posição no poder, ao formar um governo de unidade com o líder da oposição, Benny Gantz.
Apesar do apoio internacional a Israel, com a defesa de seu direito à autodefesa, o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enfatizou a importância de Israel “respeitar as regras da guerra,” particularmente evitando alvos civis.
Anthony Blinken, Secretário de Estado dos EUA, realizou uma visita relâmpago a Israel e se reuniu com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A visita ocorreu em meio a relatos de que 25 norte-americanos morreram nos ataques do Hamas.
O Brasil também entrou na discussão, convocando uma nova reunião do Conselho de Segurança da ONU para sexta-feira, a fim de discutir a situação do conflito entre Israel e Palestina, especialmente a guerra em andamento na Faixa de Gaza.
*Com informações da RFI.










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