Um jornalista irlandês, Chey Bowes, enfatizou a necessidade de o Ocidente reconhecer a existência do nazismo na Ucrânia. Em sua declaração, feita na rede social X (antigo Twitter), Bowes destacou que a Rússia havia alertado sobre o nazismo na Ucrânia, mas muitos analistas ocidentais ignoraram essas preocupações. Ele questionou se era hora de enfrentar a realidade que os meios de comunicação ocidentais haviam negligenciado.
O comentário do jornalista surgiu em resposta à homenagem prestada pelo Parlamento canadense ao soldado nazista ucraniano Yaroslav Hunka na semana passada. Durante uma sessão da Câmara dos Comuns do Canadá, Hunka, um veterano nazista de 98 anos que lutou na Primeira Divisão Ucraniana, foi apresentado como um “herói” pelo então presidente do Parlamento, Anthony Rota. Essa divisão ucraniana colaborou com a SS, o exército paramilitar do Partido Nazista de Adolf Hitler.
O caso gerou controvérsias e destacou a simpatia de parte do regime ucraniano pelo nazismo, resultando na renúncia de Rota ao cargo e um pedido de desculpas do primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, por sua participação na homenagem.
A discussão sobre o nazismo na Ucrânia levanta questões importantes sobre a percepção ocidental da situação política e histórica no país.
*Com informações da Sputnik News.











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