Em meio a uma crescente crise política desencadeada por suspeitas de corrupção no governo português, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou a dissolução do Parlamento e convocou eleições antecipadas para o dia 10 de março. A decisão foi tomada após uma reunião que durou mais de quatro horas com o Conselho de Estado. O presidente expressou sua gratidão ao primeiro-ministro António Costa por sua disposição em permanecer em funções até as eleições legislativas.
Marcelo Rebelo de Sousa justificou a dissolução da Assembleia da República como uma medida necessária para evitar a continuidade de um governo cuja legitimidade é questionada devido às recentes suspeitas de corrupção. O presidente ressaltou que é preferível permitir que o povo se manifeste nas urnas e legitime o próximo chefe de governo.
A decisão do presidente português visa assegurar que o Orçamento do Estado seja aprovado antes da formalização da exoneração do primeiro-ministro, prevista para o início de dezembro. Isso é crucial, uma vez que há uma expectativa generalizada de que o Plano de Recuperação e Resiliência não pode ser interrompido, dada a importância do seu avanço para a estabilidade econômica do país.
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