O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, revelou em sua delação premiada que Bolsonaro foi instigado por um grupo de conselheiros radicais a rejeitar os resultados das eleições de 2022 e promover um golpe de Estado para se manter no poder. O UOL noticiou que, segundo Cid, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro integravam esse grupo. A proposta incluía alegações de apoio popular e de atiradores esportivos, mas o golpe não se concretizou devido à falta de respaldo das Forças Armadas.
O ex-ajudante de ordens detalhou que Bolsonaro resistiu a desmobilizar os acampamentos bolsonaristas, acreditando que encontraria indícios de fraude nas urnas eletrônicas durante a votação, anulando a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, Cid afirmou que nenhum indício de irregularidade foi encontrado nas votações. A delação foi aceita pela Polícia Federal e homologada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, resultando na liberdade provisória de Cid e seu afastamento das funções no Exército.
*Com informações da Sputnik News.
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