Com a chegada de novembro, o cenário nas floriculturas da Rua Olímpio Vital já demonstra o início de uma movimentada temporada. Às vésperas do feriado de Finados, celebrado em 2 de novembro, floristas locais comemoram um aumento significativo nas vendas, à medida que clientes procuram maneiras de homenagear e lembrar de entes queridos que partiram.
Nesse período especial, vários caminhões estão realizando o abastecimento das floriculturas, preparando-se para atender a demanda crescente. Entre os produtos mais procurados pelos visitantes, segundo relatos de floristas, destaca-se o vaso de crisântemos, disponível em diferentes tamanhos e ornamentos, com preços variando.
Simone Silva, com mais de duas décadas de experiência trabalhando na associação dos floristas, ressalta que a venda de vasos de crisântemos é tradicionalmente alta durante a época de Finados.
“Neste período, fazemos pedidos extras de vasos para atender a demanda. Os crisântemos são especialmente populares, pois podem ser colocados diretamente na terra e não necessitam de água, o que agrada aos clientes, além de prevenir a proliferação do mosquito da dengue”, explica Simone.
Os preços podem variar de acordo com o tamanho e decoração. Muitos clientes optam por adquirir dois ou três vasos para decorar os túmulos de seus entes queridos.
Nanci Aparecida, outra florista da região, observa um movimento ainda maior nas floriculturas este ano em comparação com anos anteriores.
“A mercadoria está chegando, vou abastecer e estou muito otimista. Sinto que há mais movimento este ano”, compartilha entusiasmada.
Vasos de crisântemos, kalanchoe e mini margaridas são os itens mais procurados pelos clientes nesta temporada, conforme relata Nanci. Vale ressaltar que os preços podem ser influenciados pelo tamanho e quantidade do produto.
Elaine de Souza, que perdeu sua mãe há dois anos devido à Covid-19, estava à procura de um lírio para colocar no túmulo dela. Elaine compartilha sua motivação para homenagear sua mãe:
“Visito o túmulo dela no cemitério Jardim Celestial duas vezes por ano, na data de seu falecimento e no Dia de Finados. Costumo deixar um lírio lá. Ela sempre continuará viva em minha memória.”
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