BNDES e Petrobras destinam R$ 42 milhões para restauração florestal no Pantanal e Cerrado

Parceria entre Petrobras e BNDES, em conjunto com o Funbio, lançará edital de R$42 milhões para a restauração florestal em biomas estratégicos do Brasil.
Parceria entre Petrobras e BNDES, em conjunto com o Funbio, lançará edital de R$42 milhões para a restauração florestal em biomas estratégicos do Brasil.

Um importante passo para a preservação ambiental foi anunciado durante a COP28, em Dubai, com a parceria entre a Petrobras, BNDES e Funbio para lançar um edital de R$ 42 milhões destinado à restauração florestal no Pantanal e no Cerrado. O documento, denominado “Corredores de Biodiversidade”, tem como objetivo viabilizar recursos para até nove projetos estratégicos de reflorestamento em regiões cruciais desses biomas.

O chefe do departamento de Meio Ambiente do BNDES, Nabil Kadri, enfatizou a importância dessa iniciativa para a preservação da biodiversidade:

“Os Corredores de Biodiversidade visam à restauração de florestas em locais estratégicos, contribuindo significativamente para a conservação desses biomas fundamentais para o equilíbrio ambiental do Brasil e do mundo.”

O edital, com abertura prevista para 18 de dezembro, contemplará instituições sem fins lucrativos, como associações civis, fundações privadas e cooperativas, com pelo menos dois anos de existência. Pantanal e Cerrado, que juntos ocupam cerca de 2 milhões de km², foram escolhidos devido ao seu valor ecológico significativo.

Gregório Araújo, gerente de projetos ambientais da Petrobras, explicou a escolha desses biomas:

“O Cerrado abriga 30% das espécies do Brasil e 5% das espécies mundiais, além de ser vital para 12 bacias hidrográficas. Essa restauração é essencial para a sustentabilidade do Pantanal, que é a maior superfície alagada e possui a maior concentração de mamíferos por metro quadrado no mundo.”

Para a Petrobras e o BNDES, a restauração florestal não apenas contribui para a recuperação desses biomas, mas também gera ganhos sociais, incluindo a criação de empregos e a valorização das comunidades locais.

Durante a COP28, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) teve um estande próprio, promovendo atividades e debates sobre financiamento climático, transição energética, mercado de carbono e conservação florestal no contexto da indústria.


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